terça-feira, 20 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› O alerta para o empréstimo que vamos todos pagar em 2027: Mário Centeno na íntegra› Mortágua defende teto às rendas e recusa que a ganância seja "um argumento que aceitamos no debate público"› "Jogo de mercearia": Mário Centeno alerta que os portugueses vão ter de pagar o "empréstimo" de 1.400 milhões de euros no IRS› "Governo está a dar aos portugueses, quase como um empréstimo, 1.400 milhões de euros"› Participação estratégica do Estado no BCP "vai contra tudo o que ouvi do PSD, desde Sá Carneiro ao liberalismo acérrimo de Passos Coelho"› Habitação: "Não acho que haja uma década perdida, houve bastante recuperação"› "'Implacável' é uma expressão de cowboys e de xerifes, não é de um presidente da Câmara": o recado de Rui Calafate para Pedro Duarte› Lenços brancos na Pedreira após nova derrota do Sp. Braga› "Este movimento tem pernas para ir muito longe": a entrevista de Mariana Mortágua sobre a crise na habitação na íntegra› "É preciso fazer uma profunda reflexão sobre a desconformidade dos critérios disciplinares usados na Liga portuguesa"› O alerta para o empréstimo que vamos todos pagar em 2027: Mário Centeno na íntegra› Mortágua defende teto às rendas e recusa que a ganância seja "um argumento que aceitamos no debate público"› "Jogo de mercearia": Mário Centeno alerta que os portugueses vão ter de pagar o "empréstimo" de 1.400 milhões de euros no IRS› "Governo está a dar aos portugueses, quase como um empréstimo, 1.400 milhões de euros"› Participação estratégica do Estado no BCP "vai contra tudo o que ouvi do PSD, desde Sá Carneiro ao liberalismo acérrimo de Passos Coelho"› Habitação: "Não acho que haja uma década perdida, houve bastante recuperação"› "'Implacável' é uma expressão de cowboys e de xerifes, não é de um presidente da Câmara": o recado de Rui Calafate para Pedro Duarte› Lenços brancos na Pedreira após nova derrota do Sp. Braga› "Este movimento tem pernas para ir muito longe": a entrevista de Mariana Mortágua sobre a crise na habitação na íntegra› "É preciso fazer uma profunda reflexão sobre a desconformidade dos critérios disciplinares usados na Liga portuguesa"
Economia

Apenas 2% das famílias empresárias de grande património estão preparadas para vender ou transmitir o negócio

Jornal Económico ·
Apenas 2% das famílias empresárias de grande património estão preparadas para vender ou transmitir o negócio

Só 2,3% das famílias empresárias com património ultraelevado estão totalmente preparadas para vender ou transferir a empresa, revela o Julius Baer Family Barometer 2026, elaborado pela Julius Baer em colaboração com a EY.

A maioria encontra-se apenas parcialmente preparada (56,3%) ou não está preparada para avançar com a transição (29,5%).

A falta de consenso familiar sobre uma eventual venda é apontada por 80% dos inquiridos como o principal obstáculo à preparação do processo, acima das questões fiscais, jurídicas e de governação, referidas por 55,4%.

A ligação emocional à empresa é a principal causa de divergências familiares, identificada por 60,6% dos respondentes.

Muitas das empresas familiares portuguesas, criadas nas décadas de 1980 e 1990, estão agora a chegar ao momento em que os seus fundadores têm de decidir quem lhes irá suceder.

O estudo, baseado num inquérito a mais de 700 profissionais financeiros que aconselham clientes de grande património, mostra ainda que o envolvimento da geração seguinte permanece limitado: apenas 18,5% das famílias envolvem ativamente os herdeiros nas decisões em condições de igualdade, enquanto 45,6% os consultam sem lhes atribuir poder de decisão.

Quando a opção é a transmissão do negócio aos descendentes, só 22,6% dos membros da nova geração são considerados devidamente preparados para assumir a gestão da empresa.

Em 65,9% dos casos, deverão reunir essas condições mais tarde, e 11,6% não demonstram interesse em assumir o negócio familiar.

Após uma eventual saída da empresa, preservar o património familiar conjunto é a principal prioridade para 79,4% dos inquiridos, seguida da clarificação dos papéis dos membros da família e da definição de um novo propósito comum.

O relatório sublinha que as famílias terão de passar de um modelo centrado num único ativo empresarial para a gestão de um património diversificado, recorrendo com maior frequência a estruturas de governação, veículos de investimento e single-family offices .

“As empresas familiares são a espinha dorsal da economia portuguesa: representam entre 70% e 80% do total das empresas, cerca de metade do emprego e aproximadamente 65% do PIB.

Muitas das empresas criadas nas décadas de 1980 e 1990 estão agora a chegar ao momento em que os seus fundadores adiaram durante décadas: decidir quem lhes irá suceder”, afirma Luís Barreto Xavier, Executive Director do Julius Baer.

Em Portugal, onde as empresas familiares representam entre 70% e 80% do total das empresas, cerca de metade do emprego e aproximadamente 65% do PIB, o planeamento da sucessão ganha particular relevância, segundo Luís Barreto Xavier, executive director da Julius Baer.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›