Luís Neves defende atuação da PSP no Porto e lamenta feridos na carga policial
Luís Neves afirmou esta quinta-feira que a habitação é uma prioridade do Governo, defendendo o trabalho desenvolvido para garantir o acesso dos cidadãos a uma casa condigna.
As declarações do ministro da Administração Interna surgem na sequência do protesto pelo direito à habitação no Porto, que motivou uma intervenção policial.
“Todos nós estamos muito centrados nesse direito, que é um direito muito humano, muito essencial”, afirmou aos jornalistas, acrescentando que estão a ser desenvolvidas várias linhas de trabalho para concretizar o direito à habitação, consagrado na Constituição.
O ministro da Administração Interna passou depois à questão do direito à manifestação, que também considerou fundamental e que disse ser respeitado pelo Governo.
“O direito à manifestação é um direito antigo, relevante e democrático e que aceitamos de uma forma ampla e de uma forma muito saudável”, declarou.
Ressalvou, contudo, que o exercício desse direito não dispensa o cumprimento da lei e a reposição da ordem pública.
“Quando as ordens são legais, quando as ordens são legítimas, elas devem ser executadas de acordo com a necessidade de repor essa mesma ordem”, afirmou.
Luís Neves defendeu que foi esse o procedimento seguido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) durante a intervenção no Porto, considerando que a atuação policial foi legítima.
Ainda assim, o ministro lamentou as consequências da operação.
“Lamentamos, como sempre, qualquer incidente, qualquer ferido que possa ocorrer no âmbito de uma atuação desta natureza”, afirmou, acrescentando que o Governo está a acompanhar o caso “com toda a preocupação”.
O governante reiterou, porém, que a ação da PSP foi “estribada na lei” e, por isso, legítima.
O conteúdo Luís Neves defende atuação da PSP no Porto e lamenta feridos na carga policial aparece primeiro em 24 Notícias .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.