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Economia

Financiar a nova vaga de investimento em inteligência artificial e exportações

Jornal Económico ·
Financiar a nova vaga de investimento em inteligência artificial e exportações

Gonçalo Regalado disse, na Alfândega do Porto, que o Banco Português de Fomento espera gerar um impacto de 8 mil milhões este ano.

No ano passado, os instrumentos financeiros da instituição impulsionaram 6,5 mil milhões, o que somado gerará um impacto acumulado de 14,5 mil milhões, o equivalente a 5% do PIB nacional.

O aumento do impacto na economia portuguesa coloca o banco em quinto lugar a nível europeu, onde um ano antes era 16.º.

“O futuro é claro, não há muitas dúvidas”, afirmou o CEO do Banco de Fomento, identificando a inteligência artificial e a transformação de Portugal de uma pequena economia aberta, para uma economia cada vez mais internacional como os dois principais eixos para o crescimento económico.

“Estamos longe, atrasados e temos uma responsabilidade que é colocar Portugal na linha da frente”, afirmou.

“Portugal é o segundo país mais atrasado naquilo que ao espaço europeu, de uma forma bastante clara e bastante longe, com uma taxa de adoção de IA na casa dos 11%.

Muito longe, por exemplo, dos 42% dos dinamarqueses…”, sublinhou.

Apesar do atraso na adoção da inteligência artificial, o responsável do Banco de Fomento identifica um conjunto de vantagens competitivas que podem permitir ao país captar uma parte relevante do investimento associado à nova economia digital.

Entre essas vantagens estão a disponibilidade de energia, as infraestruturas digitais, a rede 5G, a segurança e a ligação dos cabos submarinos portugueses a vários continentes.

A resposta terá de passar além das infraestruturas, também por talento, capacidade de gestão e financiamento.

O Banco de Fomento quer financiar a nova vaga de investimento em IA e exportações, afirma Gonçalo Regalado, mas alerta: “Não existe uma fórmula mágica ou única para todos os países.

Cada país, cada grupo, cada continente vai ter que fazer a sua solução”.

Portugal terá, por isso, realça o CEO do Banco de Fomento, de encontrar o seu próprio caminho, “com soberania e com autonomia”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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