sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› TAP: Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização› GNR detém suspeito de tráfico de droga e ameaças com arma de fogo na Maia› PCP questiona Bruxelas sobre implicações da entrada da Lufthansa na TAP› Parlamento aprova apoio à maternidade das atletas até um ano após o parto› Zelensky diz que Starlink ainda não está totalmente restabelecido› Projetos de lei sobre novos estatutos da Lusa rejeitados na generalidade› Club Med quer abrir dois novos empreendimentos no Brasil até 2030› Ministra recorda Joaquim Letria: "Figura marcante do jornalismo"› Zelensky agradece aos europeus mas diz que precisa de 70 mil milhões para o próximo ano› Moçambique considera urgente travar violação dos direitos humanos› TAP: Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização› GNR detém suspeito de tráfico de droga e ameaças com arma de fogo na Maia› PCP questiona Bruxelas sobre implicações da entrada da Lufthansa na TAP› Parlamento aprova apoio à maternidade das atletas até um ano após o parto› Zelensky diz que Starlink ainda não está totalmente restabelecido› Projetos de lei sobre novos estatutos da Lusa rejeitados na generalidade› Club Med quer abrir dois novos empreendimentos no Brasil até 2030› Ministra recorda Joaquim Letria: "Figura marcante do jornalismo"› Zelensky agradece aos europeus mas diz que precisa de 70 mil milhões para o próximo ano› Moçambique considera urgente travar violação dos direitos humanos
Mundo

A ilha sul-coreana onde aparecem corpos (e o escândalo): O que se sabe

Notícias ao Minuto - Mundo ·
A ilha sul-coreana onde aparecem corpos (e o escândalo): O que se sabe

A Ilha de Jeju , na Coreia do Sul, é um destino turístico popular por si só, mas a atenção que tem recebido tem agora origem noutros fatores: está sob investigação devido a quatro mortes misteriosas.

O primeiro corpo foi encontrado no passado sábado numa pequena vila montanhosa da ilha - um homem, na casa dos 60 anos, que tinha sido dado como desaparecido 51 dias antes.

Depois, no dia seguinte, um segundo corpo: outro homem, este com mais de 70 anos, encontrado nas águas ao largo da costa norte do local. Também tinha sido dado como desaparecido.

Dois dias depois, terça-feira, mais dois corpos. Entre estas duas vítimas mortais estava Jang Mi-ran, uma jovem de 37 anos, cujo caso tinha atraído atenção nacional devido à alegada negligência policial quando desapareceu em maio.

A descoberta de quatro corpos em três dias seria chocante em qualquer circunstância, mas ainda mais quando falamos de uma pequena ilha. Todas os cadáveres pertenciam a pessoas desaparecidas em circunstâncias diferentes.

No centro do escândalo está um agente da polícia , conhecido apenas pelo apelido, Bu. Foi detido e acusado de mentir às famílias das vítimas, depois de se ter percebido que tinha encerrado casos de pessoas desaparecidas indevida e prematuramente.

Era o responsável pelos desaparecimentos do homem de 60 anos e de Jang Mi-ran. Em ambos os casos, terá alegado ter confirmado a segurança da vítima, quando na verdade não o fez.

No caso do homem terá dito à família que estava bem, mas que o idoso "não desejava revelar a sua localização à família". "Acreditámos na polícia quando disseram que o meu pai estava seguro e esperámos, mas 51 dias depois, o que regressou foi o corpo dele", revelou o filho à BBC.

No caso de Jang, Bu teria dito ao namorado que tinham falado ao telefone e que a jovem o tinha informado que não queria mais falar com o companheiro, mas essa ligação nunca aconteceu.

Após o desaparecimento, em maio, o namorado tentou registar a ocorrência novamente, em julho, mas o caso foi arquivado. Dois dias depois, apresentou nova queixa, desta vez numa esquadra em Seul e foi finalmente atendida.

O corpo de Jang foi encontrado junto a uma zona de palmeiras, a cerca de 500 metros onde tinha sido vista pela última vez. Foi durante as buscas pelo seu corpo que os restantes foram descobertos.

As autoridades estão agora a rever todos os 298 casos tratados pelo inspetor e há pelo menos 10 que já foram assinalados como tendo tido um possível encerramento inadequado.

Quatro agentes da sua cadeia de comando foram também colocados em licença administrativa.

Lee Jae Myung, o presidente sul-coreano, ordenou uma ampla reforma da força policial . Por seu lado, a própria polícia sul-coreana já veio pedir desculpas ao público e garantir mudanças.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›