A eletrificação ao estilo japonês presente no Mazda CX-6e
Dificilmente encontraremos um Mazda que não esteja do topo da evolução tecnológica.
O mais recente lançamento é um Mazda Cx-6e, 100% elétrico, com uma bateria de 78 kWh, uma autonomia, em ciclo WLTP, de 484 km e uma potência de carregamento até 200 kW, o que significa 24 minutos para carregar até 80% da capacidade num “charger” rápido.
O PVP recomendado começa nos 41.543 euros e vai até aos 44.5432 euros para o modelo melhor equipado, o Takumi Plus.
Estes dados seriam suficientes para descrever um modelo com história, provas dadas e que responde no mercado com todos os tipos de motorizações, mas o Mazda tem mais do que isso.
A personalização e o conforto de condutor e ocupantes fazem a diferença para os concorrentes e, não nos esqueçamos que perante outras marcas, a Mazda tem preços competitivos.
O veículo é montado na China, assim como o fabrico da bateria é igualmente chinês, mas a tecnologia de longa data é japonesa, um país que é mestre na capacidade de fazer bem.
Fizemos uma experiência dinâmica durante um período curto, mas o suficiente para perceber como funciona este ícone japonês.
Comecemos pela abordagem ao interior e que é centrado no condutor, com um cockpit inteligente e com toda a informação disponível no campo de visão do condutor.
O head-up display é de dimensões generosas, aliás, superiores à generalidade da concorrência, e permite visualizar os dados de condução relevantes, incluindo velocidade, orientação de navegação e alertas de segurança.
O ecrã duplo de 26 polegadas tem uma estrutura fácil e intuitiva em termos de menu, sendo possível aceder às funções do menu central através dos botões do volante.
Tem ainda o sistema de reconhecimento de voz e que responde a temas como climatização, abertura de janelas ou ajuda na navegação.
Tem disponível as plataformas CarPlay e Android Auto para o uso de ficheiros multimédia.
Para os ocupantes do banco traseiro existe a possibilidade de definirem a climatização do veículo, trabalhar a cortina de vidro e o banco do passageiro da frente.
O áudio é um “must” com 23 altifalantes e tem uns aparelhos especiais ao nível da cabeça para chamadas telefónicas privadas ou audíveis apenas pelo próprio de forma a não prejudicar os restantes ocupantes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.