Retirada com dignidade
A 30 de Setembro, Cristiano Ronaldo decidiu enfiar-se no seu jacto e largar o estágio da Selecção.
Foi na véspera do dia do idoso, quiçá, para se furtar a piadas sobre a sua idade.
Uma semana depois, continuamos a dedicar uma parte significativa da capacidade de análise do país a questões de manifesta importância nacional: quantos minutos deve jogar, quem os deve gerir e, sobretudo, quem faltou à palavra a quem.
Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo continua a jogar futebol ao nível profissional, algo que, para quase qualquer outro futebolista, já teria terminado há muito.
Mas precisamente por isso, está numa fase em que gerir o corpo, os minutos e a recuperação passou a fazer parte da própria profissão.
Essa mudança, para quem passou uma vida inteira a construir uma identidade em torno de fazer mais, de bater recordes e de se superar, não há-de ser fácil.
Envelhecer não é fácil.
E foi isso mesmo que nos disse o INE no dia seguinte à saída de Cristiano Ronaldo do estágio da Selecção.
Não sobre Cristiano Ronaldo, mas sobre os portugueses em geral.
Quase… Este artigo é exclusivo para assinantes Assine o ECO Premium e continue a ler esta e todas as notícias exclusivas, sem limites.
Recomendado Anual 55€ /ano Equivale a 4,58€/mês Mensal 5€ /mês Cancele quando quiser Assinar ECO Premium e continuar a ler Já é assinante? Iniciar sessão Ver todos os planos
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.