sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 1h Manifestantes vão pernoitar na Praça D. João I mas agora sem tendas› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› 1h Manifestantes vão pernoitar na Praça D. João I mas agora sem tendas› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos
Últimas

Reinventar a indústria

Diário de Notícias ·

A Economia Portuguesa enfrenta grandes desafios e a aposta na reindustrialização deverá estar ser uma das prioridades.

Num tempo em que voltamos a ter que discutir o futuro, 30 anos depois de o professor de Harvard Michael Porter ter realizado um profundo diagnóstico sobre as opções da economia portuguesa, mantém-se o problema central – ou se reinventa por completo o modelo económico ou os indicadores de competitividade tenderão a degradar-se de forma progressiva.

Como há 34 anos torna-se claro que a competitividade portuguesa é o grande desafio nos próximos tempos! Por isso, mais do que nunca, o ponto é muito claro – temos de reindustrializar para ganhar.

Falta em Portugal um sentido de entendimento coletivo de que a aposta nos fatores dinâmicos de competitividade, numa lógica territorialmente equilibrada e com opções estratégicas claramente assumidas é o único caminho possível para o futuro.

Falta por isso em Portugal uma verdadeira rede integrada para a competitividade capaz de produzir efeitos sistémicos ao nível do funcionamento das organizações empresariais.

O novo paradigma da economia portuguesa radica nesse sentido na capacidade de os resultados potenciados pela inovação e conhecimento serem capazes de induzir novas formas de integração social e territorial capazes de sustentar um equilíbrio global do sistema nacional.

Uma breve radiografia à matriz sectorial da economia portuguesa demonstra de forma inequívoca as alterações contextuais produzidas ao longo destes 30 anos, com impactos directos na própria organização da sociedade.

Além do desenvolvimento duma nova economia de serviços, de âmbito eminentemente local, e com impacto reduzido em matéria de criação de valor sustentado, é de referir também o fenómeno de progressiva desindustrialização, entretanto acentuado nos anos mais recentes, e o ténue desenvolvimento de novos clusters associados às dinâmicas da inovação e desenvolvimento.

A aposta num Novo Portugal Industrial deve dar prioridade a duas áreas de intervenção sistémica – profunda renovação organizativa e estrutural dos sectores (sobretudo) industriais e aposta integrada na utilização da inovação como fator de alavancagem de criação de valor de mercado.

A emergência da Inteligência Artificial e a profunda alteração nos modelos de gestão operacional das empresas vai obrigar a reposicionar o conceito de gestão industrial e a fazer da cadeia de valor o verdadeiro referencial competitivo dos diferentes negócios nas suas dimensões.

Uma agenda colaborativa, em rede, centrada num verdadeiro sentido de inovação inteligente.

Uma nova economia, capaz de garantir uma economia nova sustentável, terá que se basear numa lógica de focalização em prioridades claras.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›