segunda-feira, 17 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Chega pede dados às autarquias sobre casas públicas vazias e rendas em dívida Diploma das horas extra: Trabalho nas VMER e urgências internas incluído Fogo em Ponte de Lima passou para Viana do Castelo e tem 3 frentes ativas Lesões para a vida. Sociedade de Patologia da Coluna alerta contra mergulhos mal calculados Indonésia eleva para 68 mortos e 213 balanço do sismo de sábado Dois mortos e quatro feridos em colisão de veículos no IC5 em Vila Flor Cobertor de Papa. "Património genuíno" esteve 6 anos em tribunal: O caso Movimento das Mulheres critica fecho da urgência obstétrica de Portalegre Rússia cancela festival de música militar em Moscovo após novos ataques "A melhor decisão antes de ligar o motor". Campanha contra álcool nas estradas Chega pede dados às autarquias sobre casas públicas vazias e rendas em dívida Diploma das horas extra: Trabalho nas VMER e urgências internas incluído Fogo em Ponte de Lima passou para Viana do Castelo e tem 3 frentes ativas Lesões para a vida. Sociedade de Patologia da Coluna alerta contra mergulhos mal calculados Indonésia eleva para 68 mortos e 213 balanço do sismo de sábado Dois mortos e quatro feridos em colisão de veículos no IC5 em Vila Flor Cobertor de Papa. "Património genuíno" esteve 6 anos em tribunal: O caso Movimento das Mulheres critica fecho da urgência obstétrica de Portalegre Rússia cancela festival de música militar em Moscovo após novos ataques "A melhor decisão antes de ligar o motor". Campanha contra álcool nas estradas
Últimas

ONU estima 500 combatentes insurgentes em Cabo Delgado

Observador ·
ONU estima 500 combatentes insurgentes em Cabo Delgado

A insurgência armada em Cabo Delgado aumentou para entre 400 e 500 combatentes, intensificou o recrutamento e apresenta sinais de expansão para o sul daquela província moçambicana, segundo relatório das Nações Unidas apresentado ao Conselho de Segurança.

Os dados constam do 38.º relatório da Equipa de Apoio Analítico e Monitorização de Sanções das Nações Unidas sobre o Estado Islâmico (Daesh), a Al-Qaeda e entidades associadas, de 10 de agosto, a que a Lusa teve esta segunda-feira acesso, elaborado com base em informações recolhidas até 9 de junho de 2026.

O documento foi preparado para o Comité de Sanções do Conselho de Segurança criado pelas resoluções 1267, 1989 e 2253 e, no capítulo dedicado à África Central e Austral, a ONU refere que a força da Ahlu Sunnah Wal Jamaa (ASWJ), grupo associado ao Estado Islâmico que atua em Cabo Delgado, “aumentou para um número estimado de 400 a 500 combatentes”, apesar das operações militares multinacionais em curso na província.

Acrescenta que, ainda entre dezembro de 2025 e março de 2026, o grupo “intensificou os esforços de recrutamento”, apelando à adesão de novos elementos e explorando “rotas de migração ilegal para movimentar novos recrutas regionais”.

A atividade insurgente continua concentrada nos distritos de Macomia, Mocímboa da Praia, Muidumbe, Palma, Quissanga, Meluco e Nangade, mantendo atividade considerada negligenciável nas províncias vizinhas de Niassa e Nampula, que registaram ataques em 2025, refere ainda o relatório.

Contudo, assinala que atividades emergentes nos distritos de Meluco e Montepuez, bem como em Ancuabe e Chiúre, “indicaram uma gradual expansão para sul”, sugerindo um alargamento geográfico da área de atuação do grupo.

O relatório identifica a área formada pelos distritos de Mocímboa da Praia, Macomia e Muidumbe como o principal centro operacional da ASWJ, devido às características do terreno.

Segundo a ONU, os insurgentes atuam normalmente em grupos de 10 a 15 combatentes para evitar a deteção, mas continuam capazes de realizar ataques coordenados em vários pontos em simultâneo.

Desde janeiro, diz, ocorreram vários ataques ao longo do corredor da estrada N380, no distrito de Macomia.

A equipa de monitorização destaca o crescente interesse da organização por atividades marítimas , referindo que o grupo demonstrou interesse em “operações marítimas, incluindo extorsão e ataques contra embarcações civis”.

O relatório identifica a atual estrutura de liderança da organização, apontando Hassan Ulanga como líder, Farido Sulemane Arune como adjunto e responsável operacional, Suleimane Nguvu como facilitador logístico e especialista em explosivos, e Mamudo Ibraimo Dado como responsável pelas áreas financeira e logística.

Refere que a extorsão é a principal fonte de financiamento do grupo, nomeadamente no mar: “ASWJ continuou a extorquir barcos de pesca, camiões de transporte e o comércio de vida marinha, como pepinos-do-mar e cavalos-marinhos”.

O relatório acrescenta que continuam a ocorrer raptos para obtenção de resgates, normalmente entre 20 e 50 dólares (17 e 43 euros), embora em alguns casos os montantes ultrapassem 500 dólares (430 euros), dependendo do alvo.

Os

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Este assunto em outros veículos

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›