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Finanças Pessoais. Gestão saudável da dívida e imprevistos

Diário de Notícias ·
Finanças Pessoais. Gestão saudável da dívida e imprevistos

Quer seja hipotecário, consumo, automóvel ou cartões de crédito, estas obrigações causam muitas vezes angústia nas famílias.

É isso que vamos analisar neste capítulo das Finanças Pessoais.

Damos uma ajuda na solução do problema com um modelo que passa pela concentração de crédito e renegociação dos valores em dívida, ou o alongamento do prazo de pagamento.

Há especialistas nessa matéria e podem ser a solução, sabendo nós que a decisão final é sempre do devedor que pode não aceitar os custos da concentração de créditos e algumas das imposições dos credores.

No final, o objetivo é deixar alguma liquidez disponível para que a família ou o empresário possa “respirar”.

No entanto, nunca esquecer que no longo prazo o custo de todo o crédito renegociado vai sair mais caro, nem que seja pelo alargamento do prazo de pagamento.

Os bancos têm plataformas online para criar opções, assim como plataformas conhecidas como as da DECO ou as do Dr.

Finanças.

Vamos procurar distinguir, de forma simples, as diferenças entre renegociar créditos e consolidar créditos , sendo que ambos são instrumentos para melhorar a nossa gestão financeira e evitar o sobre-endividamento e o incumprimento perante a entidade credora.

Na consolidação de crédito o que vamos fazer é juntar todos os créditos num só, pagar apenas uma prestação mensal e, na média, a taxa de juro imediata terá de ser mais atraente do que aquela que pagava nos vários créditos existentes.

Isto vai dar mais liquidez mensal.

Mas para avançar para a consolidação de créditos não pode ter prestações de crédito em atraso, sendo que se for incapaz de pagar o que tem em atraso terá de passar para a opção de renegociação da dívida, e já lá vamos.

Para consolidar créditos não pode ter mais de 75 anos, e é necessário um fiador ou uma garantia ao banco, caso da hipoteca de uma casa.

É necessário ter estabilidade no trabalho, pois se estiver na situação de desempregado ou com um contrato a prazo curto, ou se for considerado um cliente de risco, com uma taxa de esforço elevado (diferença entre o que ganha em termos brutos e as prestações que tem mensalmente) o banco poderá recusar avançar para a consolidação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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