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Economia

Wall Street fecha mista antes dos resultados dos bancos e com petróleo em alta

Jornal Económico ·
Wall Street fecha mista antes dos resultados dos bancos e com petróleo em alta

Wall Street encerrou esta segunda-feira sem rumo definido, numa sessão de menor liquidez devido ao feriado de Columbus Day e marcada pela cautela antes do início oficial da temporada de resultados do terceiro trimestre.

O S&P 500 recuou 0,06% para 7.807,24 pontos e o Nasdaq Composite caiu 0,44% para 27.245,90 pontos, penalizado pelas tecnológicas, enquanto o Dow Jones contrariou e subiu 0,38% para 51.850,55 pontos, apoiado pelos setores de energia e banca.

A meio do dia o mercado já mostrava esta divisão, com o S&P praticamente estável nos 7.814 pontos e o Nasdaq em baixa moderada, mas as vendas acentuaram-se no final.

O petróleo protagonizou uma montanha-russa que acabou por pesar na inflação e no sentimento.

De manhã, os futuros negociaram em queda depois de o Presidente Donald Trump ter proposto um cessar-fogo energético entre a Rússia e a Ucrânia.

Nessa altura, o Brent de dezembro chegou a cair mais de 1,3% para os 103,32 dólares e o WTI de novembro recuou 1,69% para os 90,30 dólares, com o gasóleo, referência para o diesel, a perder 3%.

À tarde o cenário inverteu-se com as entrevistas de Zelensky a ameaçar atacar os barcos russos que levem gasóleo para os Estados Unidos.

Z elensky disse: “decidimos se os navios de combustível se movem.

Nós decidimos se as refinarias de petróleo russas vão operar”.

Também a escalada no Médio Oriente.

Ataques Houthi ao aeroporto de Riade, que provocaram 12 mortos, e um ataque com drone a um petroleiro ao largo de Omã recolocaram o prémio de risco.

No fecho, o WTI subia 1,37% para 93,11 dólares e o Brent avançava 1,36% para 105,96 dólares, depois de subidas intradiárias que chegaram aos 93,82 e aos 106,87 dólares.

A mensagem do mercado é clara: a hipótese de trégua entre Moscovo e Kiev alivia, mas enquanto o Brent se mantiver acima dos 100 dólares o risco geopolítico continua a comandar.

É precisamente esse petróleo acima dos 100 dólares que está a condicionar o quadro macro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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