quinta-feira, 8 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Governo estima arrecadar mais 166 milhões com impostos no tabaco e álcool› Governo francês garante 3.000 professores em 24 horas para resolver crise› Operação Hermes. Libertados 14 arguidos do esquema %u201CCarrossel do IVA%u201D› RSF alerta sobre condições de detenção de jornalistas no Benim› Bolsas de criação literária atribuídas em março são pagas este mês diz Governo› Analistas moçambicanos querem reformas no sistema eleitoral com responsabilização da CNE› BE acusa Orçamento 2027 de beneficiar os ricos e ignorar trabalhadores› Dados em segredo de Estado ficaram a salvo de ciberataque› Putin reforça apoio ao Irão para pôr fim à guerra: "Estamos prontos"› Rangel espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau› Governo estima arrecadar mais 166 milhões com impostos no tabaco e álcool› Governo francês garante 3.000 professores em 24 horas para resolver crise› Operação Hermes. Libertados 14 arguidos do esquema %u201CCarrossel do IVA%u201D› RSF alerta sobre condições de detenção de jornalistas no Benim› Bolsas de criação literária atribuídas em março são pagas este mês diz Governo› Analistas moçambicanos querem reformas no sistema eleitoral com responsabilização da CNE› BE acusa Orçamento 2027 de beneficiar os ricos e ignorar trabalhadores› Dados em segredo de Estado ficaram a salvo de ciberataque› Putin reforça apoio ao Irão para pôr fim à guerra: "Estamos prontos"› Rangel espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau
Economia

Orçamento do Estado sem novos apoios nos combustíveis

ECO ·
Orçamento do Estado sem novos apoios nos combustíveis

O Orçamento do Estado não traz novidades sobre a tributação dos combustíveis.

Apesar da escalada dos preços dos combustíveis, a proposta de orçamento do Estado replica, à vírgula, o artigo que regulamenta a eliminação gradual das isenções prejudiciais em matéria de produtos petrolíferos e energéticos.

“ O exercício não antecipa medidas de política (por exemplo, alterações na tributação dos combustíveis em sede de ISP) “, lê-se no relatório da proposta de Orçamento, que prevê uma desaceleração da inflação até ao final de 2026, “acentuada na componente energética”.

“Nesta componente, a previsão de 9% para 2026 implica uma variação homóloga média de 9,8% entre outubro e dezembro, que compara com os 17,1% registados em setembro.

Tal implica que, em dezembro, o nível de preços dos produtos energéticos se situe aproximadamente 7% abaixo do registado em setembro”, detalha o documento.

Governo vê barril de petróleo Brent nos 86,7 dólares em 2027 Ler Mais Em conferência de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado, que o Executivo espera que não venha a ser desvirtuada no Parlamento , Joaquim Miranda Sarmento garantiu que o Governo “está a acompanhar a situação e o desempenho dos preços” e que a opção tem sido adotar medidas destinadas aos setores mais afetados e garantir “mais rendimento disponível” aos portugueses que o utilizam como melhor entenderem.

Miranda Sarmento sublinhou que está “e m vigor um desconto de cerca de 23 cêntimos por litro , tanto na gasolina como no gasóleo” e que, de acordo com o Conselho das Finanças Públicas, isso corresponde num ano a 1,3 mil milhões e recordou que o Fundo Monetário Internacional alertou que “medidas transversais são ineficazes”.

Na proposta de Orçamento para o próximo ano, o Executivo estima que o barril de Brent se situe nos 86,1 dólares uma descia face aos 92,6 dólares.

Nesta expectativa de desagravamento dos preços dos combustíveis, o articulado replica o artigo que regulamenta a eliminação gradual dos apoios aos combustíveis uma exigência antiga de Bruxelas, mas que só deverá acontecer quando o preço do crude estiver mais baixo.

Desde 2023, o Governo tem vindo a ser alertado pela Comissão Europeia e pelo Banco Central Europeu para pôr um fim aos apoios aos combustíveis para as famílias e empresas.

Nesse ano, as medidas de apoio aos combustíveis começaram a ser retiradas — reduzir o desconto no ISP e descongelar gradualmente a atualização do adicionamento sobre as emissões de CO 2 (taxa de carbono).

Descer ISP até à taxa mínima custaria 1,5 mil milhões Ler Mais A justificação era a prossecução de “objetivos ambientais” exigidos por Bruxelas , mas também a necessidade de “alinhar gradualmente o peso dos impostos sobre os combustíveis em Portugal com a média da zona euro”.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›