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Portugal paga mais de 3% por dívida de curto prazo

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Portugal paga mais de 3% por dívida de curto prazo

Portugal levantou mil milhões de euros a curto prazo numa operação de financiamento em que os investidores exigiram uma taxa de juro superior a 3%, a mais elevada em mais de dois anos, refletindo a instabilidade nos mercados de dívida globais.

O IGCP pagou uma taxa de juro de 3,103% no leilão de Bilhetes do Tesouro a 12 meses , bem acima da taxa de 2,682% do último leilão comparável, realizado há apenas dois meses.

Juros da dívida dos EUA superam máximos de 19 anos Ler Mais É preciso recuar a maio de 2024 para verificar uma taxa de juro mais elevada em financiamentos a 12 meses.

Nessa operação a agência que gere a dívida pública levantou 750 milhões de euros a uma taxa de 3,451%.

O leilão desta quarta-feira contou com uma forte procura, que ascendeu a 2,2 mil milhões de euros , mais do dobro do que o IGCP veio realmente a levantar.

Ainda assim, o custo dos títulos de dívida disparou por conta da pressão que está a sacudir os mercados obrigacionistas em todo o mundo.

A escalada na guerra no Irão está a provocar uma nova subida nos preços da energia e os riscos de uma espiral inflacionista levam os investidores a anteciparem-se ao aperto financeiro dos bancos centrais. .errordiv { padding:10px; margin:10px; border: 1px solid #555555;color: #000000;background-color: #f8f8f8; width:500px; }#advanced_iframe {visibility:visible;opacity:1;vertical-align:top;}.ai-info-bottom-iframe { position: fixed; z-index: 10000; bottom:0; left: 0; margin: 0px; text-align: center; width: 100%; background-color: #ff9999; padding-left: 5px;padding-bottom: 5px; border-top: 1px solid #aaa } a.ai-bold {font-weight: bold;}#ai-layer-div-advanced_iframe p {height:100%;margin:0;padding:0} var ai_iframe_width_advanced_iframe = 0;var ai_iframe_height_advanced_iframe = 0;var aiOnloadScrollTop="true";var aiShowDebug=false; if (typeof aiReadyCallbacks === 'undefined') { var aiReadyCallbacks = []; } else if (!(aiReadyCallbacks instanceof Array)) { var aiReadyCallbacks = []; } function aiShowIframeId(id_iframe) { jQuery("#"+id_iframe).css("visibility", "visible"); } function aiResizeIframeHeight(height) { aiResizeIframeHeight(height,advanced_iframe); } function aiResizeIframeHeightId(height,width,id) {aiResizeIframeHeightById(id,height);} var ifrm_advanced_iframe = document.getElementById("advanced_iframe");var hiddenTabsDoneadvanced_iframe = false; function resizeCallbackadvanced_iframe() {} Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

Como já tem acontecido de resto.

O Banco Central Europeu (BCE) já subiu as taxas por duas ocasiões desde junho e os mercados apontam para mais duas subidas até final do ano.

A Reserva Federal americana deverá fazer o mesmo esta quarta-feira .

É este contexto que está a colocar os países mais endividados sob pressão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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