sexta-feira, 21 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Diplomata da Guiana supera costa-riquenha Grynspan em segunda votação para líder da ONU Tiago Tomás marca e assiste na passagem do Estugarda aos 16 `avos` da Taça alemã 22h Chega pede a demissão do Ministro de Administração Interna Coordenador humanitário da ONU condena ataque russo a centro comercial Arsenal inicia defesa do título inglês com vitória sobre promovido Coventry Betis entra a ganhar na Liga espanhola com `golaço` de Riquelme à Real Sociedad Estrasburgo, de Hugo Oliveira, goleado em Marselha no arranque da Liga francesa Chega pede exoneração do ministro da Administração Interna Números e Curiosidades - Jornada 3 Rabo de Peixe: Líder do PS/Açores alerta para falta de meios da PSP Diplomata da Guiana supera costa-riquenha Grynspan em segunda votação para líder da ONU Tiago Tomás marca e assiste na passagem do Estugarda aos 16 `avos` da Taça alemã 22h Chega pede a demissão do Ministro de Administração Interna Coordenador humanitário da ONU condena ataque russo a centro comercial Arsenal inicia defesa do título inglês com vitória sobre promovido Coventry Betis entra a ganhar na Liga espanhola com `golaço` de Riquelme à Real Sociedad Estrasburgo, de Hugo Oliveira, goleado em Marselha no arranque da Liga francesa Chega pede exoneração do ministro da Administração Interna Números e Curiosidades - Jornada 3 Rabo de Peixe: Líder do PS/Açores alerta para falta de meios da PSP
Mundo

Bálticos celebram 35 anos de independência sob receio de invasão russa

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Bálticos celebram 35 anos de independência sob receio de invasão russa

N a Letónia, durante os dias de tensão de 1991, os veículos blindados de transporte das forças especiais soviéticas encontravam-se a dezenas de metros do primeiro Conselho Supremo da então República Soviética, eleito com relativa liberdade e reunido no que é hoje o edifício do parlamento, ou Saeima, para votar a declaração de independência total.

"Lembro-me do dia em que o meu pai fazia parte do 13.º Batalhão da Guarda Nacional, a guardar diretamente o gabinete dos ministros. E lembro-me de que, em criança, queria acompanhá-lo nesses eventos, mas a minha mãe não me deixava. Pelo menos, eu preparava 'cocktails' Molotov para toda a brigada da Guarda Nacional", recordou o primeiro-ministro letão, Andris Kulbergs, referindo-se à Guarda Nacional, uma força voluntária de auto-defesa militar e proteção civil, durante uma reunião comemorativa que decorreu hoje no Saeima.

Entre o público da sessão encontravam-se antigos legisladores que tinham votado a favor da independência da Letónia a 04 de maio de 1990 e, novamente, a 21 de agosto do ano seguinte, perante o avanço dos veículos blindados soviéticos.

Kulbergs adotou um tom menos otimista no seu discurso comemorativo ao referir-se à guerra em curso na Ucrânia.

"Hoje, com maior clareza do que em 1991, reconhecemos a importância do estatuto de Estado, da liberdade e da independência da Letónia. Isto foi-nos cruelmente recordado pela hostilidade brutal da Rússia contra a Ucrânia, compreendemos bem o povo ucraniano. Porque também na nossa terra sofremos os horrores da guerra, da ocupação e da repressão impostas pela Rússia e pelo poder soviético", afirmou.

A independência de facto dos Estados bálticos surge após o dramático golpe falhado contra o então líder soviético Mikhail Gorbachev e o colapso da União Soviética (URSS).

Na Estónia, o primeiro-ministro, Kristen Michal, também recordou, um dia antes, o fim da dependência da União Soviética.

"Há 35 anos, conseguimos libertar-nos completamente das correntes da ocupação. Naquela altura, tínhamos poucos recursos. Não sabíamos se a liberdade iria perdurar.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›