As notícias das 00h
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Das notícias. Mas agora o Jornal da Meia-Noite, edição de Martim Madeira. As escolas de Lisboa vão alargar as turmas para acolher alunos sem vaga.
É o que indica um artigo do jornal Público. A solução foi encontrada numa reunião de emergência hoje entre os diretores e o Ministério da Educação, que foi provocada por vários relatos de alunos sem vaga numa escola pública já depois do início do ano letivo. A reunião entre os agrupamentos de escolas do Conselho de Lisboa e a Agência para a Gestão do Sistema Educativo acabou por volta das 10 da noite. O ministério não adianta quantos alunos estão ainda sem colocação, mas admite abrir novas turmas, reorganizar espaços e aumentar o número de alunos por turma. Indica, no entanto, que vão haver problemas noutros conselhos, como por exemplo, o de Sintra, onde ainda há 744 alunos à espera de serem colocados. Também o Conselho de Sintra está à espera de uma solução.
Entretanto, o Partido Socialista continua sem descartar uma comissão parlamentar de inquérito ao ministro da Educação.
A empresa garante que não houve acesso a dados dos clientes neste ataque. Adianta também que o ataque causou constrangimentos nos serviços, mas garante que conseguiu controlar rapidamente a situação. Num comunicado enviado à Lusa, refere que o ataque provocou constrangimento e a degradação de toda a rede internacional. Diz também na nota que mantém o compromisso com a segurança, resiliência, robustez e qualidade das infraestruturas e dos serviços. O portal Down Detector, plataforma que fornece informações em tempo real sobre vários serviços, registou nas últimas horas vários relatos de avaria em serviços da MEO, Vodafone, NOS ou Digi.
E o diretor nacional da Polícia Judiciária está a ser investigado pelo Ministério Público por abuso de poder e falsas declarações em tribunal no caso Rui Pinto.
A notícia é avançada pelo Expresso, que cita a Procuradoria-Geral da República. O gabinete Amadeu Guerra confirma a instauração de um inquérito depois de uma denúncia apresentada por um coordenador da PJ contra o atual diretor. Em causa, a alegada prática dos crimes de falsas declarações, por ter referido no julgamento Rui Pinto que não foram feitas escutas na investigação e também do crime de abuso de poder, que estará relacionado com o fato de Carlos Cabreiro ter ordenado uma escuta que tinha sido proibida pelo Ministério Público. Na análise, o redator principal do Observador, Luís Rosa, explica que esta notícia é retrato de uma grave crise interna na Polícia Judiciária.
Este caso é mais um exemplo de como a Polícia Judiciária, neste momento, está a atravessar uma crise interna nunca vista. Esta notícia e este caso é um excelente exemplo disso mesmo, de como há uma guerra interna dentro da PJ e que está a ter repercussões públicas. Obviamente que isso também coloca em causa o funcionamento da Polícia Judiciária. Portanto, acho que não só este caso, como outros casos, vão continuar a dar muito falar, porque a Polícia Judiciária precisa de paz para fazer o seu trabalho e neste momento essa paz não existe.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.