Autismo passa a ser descrito por níveis de suporte
Pessoa adulta com autismo fazendo terapia - crédito: Freepik A classificação do transtorno do espectro autista (TEA) em níveis de suporte foi introduzida pelo DSM-5, publicado em 2013, e mantida no DSM-5-TR.
Portanto, não se trata de uma mudança recente no diagnóstico, embora o tema ainda gere dúvidas.
Níveis de suporte no TEA: o que significam? O manual substituiu a ideia de uma classificação geral como “leve” ou “grave” por três níveis, definidos conforme a necessidade de apoio da pessoa.
Os níveis são classificados como nível 1, que requer suporte; nível 2, que requer suporte substancial; e nível 3, que requer suporte muito substancial.
A avaliação é feita separadamente em dois domínios: comunicação e interação social; e comportamentos restritos e repetitivos.
Assim, uma mesma pessoa pode apresentar níveis diferentes entre os dois domínios.
A classificação não corresponde a uma medida única da intensidade do autismo.
Ela considera o impacto das características do TEA no funcionamento cotidiano e a quantidade de apoio necessária.
Aspectos como linguagem, capacidade cognitiva, comportamento e funcionamento adaptativo também podem influenciar a avaliação clínica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.