Equipe do JN está em uma das áreas mais afetadas pelas enchentes no Nepal: 'Cidade devastada'
Três dias depois da avalanche na fronteira do Nepal com o Tibete, o governo chinês alertou que o risco de uma nova enxurrada pode ameaçar as operações de resgate.
É que um lago no alto das montanhas começou a transbordar.
O número de mortos subiu para 586.
Os enviados especiais Felipe Santana e Lucas Louis chegaram nesta sexta-feira (28) às regiões devastadas.
Desde Katmandu, a capital do Nepal, são cerca de 80 km ao norte em direção à Cordilheira do Himalaia.
Você sobe cada vez mais, até enxergar lá embaixo os vales por onde desceu a água toda.
Foi quase impossível escapar. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia “A gente já chegou no distrito que foi um dos mais afetados pela tragédia.
Se chama Nuwakot.
Aqui a gente consegue ver a quantidade de água por todos os lados, saindo das montanhas e atravessando as pistas para os carros.
É época de monções aqui no Nepal, chove muito, a quantidade de água é muito grande.
Agora, com o rompimento da geleira, tudo se intensificou ainda mais.
É muita água por toda essa região”, conta o correspondente Felipe Santana.
Equipe do JN está em uma das áreas mais afetadas pelas enchentes no Nepal Jornal Nacional/ Reprodução Os deslizamentos de terra lá são comuns.
A erosão é inimiga antiga do país - que derruba a mata das encostas para plantar arroz.
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