Amazon lança tablets com Android pela 1ª vez e aumenta preços
Logo da Alexa+ é exibido em uma tela durante evento de lançamento de dispositivos da Amazon, em Nova York, nos Estados Unidos, em 26 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Brendan McDermid/Arquivo A Amazon apresentou nesta quinta-feira (08) uma nova linha de tablets que, pela primeira vez, contam com a assistente de voz Alexa+ e utilizam o sistema operacional Android, do Google.
A empresa aposta que os consumidores estarão dispostos a pagar mais por dispositivos premium após anos de foco em aparelhos mais baratos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A companhia, com sede em Seattle, nos Estados Unidos, vinha desenvolvendo os novos tablets sob o codinome Kittyhawk.
A Reuters revelou com exclusividade no ano passado que a Amazon planejava substituir o sistema operacional próprio, o Fire OS, considerado mais limitado, após anos de reclamações de consumidores e desenvolvedores de aplicativos.
Agora no g1 O Fire OS é baseado no Android, mas foi modificado pela empresa para funcionar como um sistema independente.
Chamada de Alexa Tablets, a linha terá diferentes versões, com preços entre US$ 230 (R$ 1.155) e US$ 500 (R$ 2.510).
São três modelos: Amazon Alexa Tablet 12 Pro, Amazon Alexa Tablet 11 e Amazon Alexa Tablet 8.
Todos os modelos têm estrutura de alumínio, uma mudança em relação ao acabamento de plástico dos tablets Fire.
Os novos aparelhos custarão até US$ 550 (R$ 2.761), um aumento significativo em relação ao Fire HD 10, modelo mais recente e sofisticado da linha anterior da Amazon, que custava mais de US$ 180 (R$ 904), embora a empresa frequentemente oferecesse descontos.
O modelo mais avançado, com 128 gigabytes de armazenamento, custa US$ 550 (R$ 2.761) — o mesmo preço de um tablet Galaxy da Samsung e US$ 100 (R$ 502) a mais que um iPad da Apple, que parte de US$ 450 (R$ 2.259).
Tablet Amazon Alexa 12 Pro: projetado para trabalhar tanto quanto para entreter Divulgação/Reprodução Amazon A reformulação faz parte de uma nova estratégia sob o comando de Panos Panay, chefe da divisão de dispositivos da Amazon.
A empresa pretende se posicionar em um segmento mais sofisticado e se afastar dos aparelhos baratos que vendia pelo preço de custo ou próximo a ele.
A estratégia busca fidelizar clientes para o uso de serviços como Prime Video, Kindle, aplicativos de música e o próprio site de comércio eletrônico da Amazon.
O foco em preços baixos, porém, vinha acompanhado de algumas limitações, como qualidade de tela e duração da bateria inferiores às oferecidas por concorrentes como Apple e Samsung.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.