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Lula chama Flávio de “sócio do Master” após reportagem da “Veja”

Poder360 ·
Lula chama Flávio de “sócio do Master” após reportagem da “Veja”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta 6ª feira (9.out.2026) que o Brasil não voltará a ser governado pelos “sócios do Master” e pelos “parentes do Vorcaro” , em referência indireta ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

A declaração foi feita durante uma caminhada em Ceilândia (DF), no 1º ato de rua do presidente após o 1º turno, no mesmo dia em que a revista Veja publicou uma reportagem sobre possíveis pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ligados a um documentário sobre Lula .

“Esse país não voltará a ser governado pelo fascismo.

Não voltará a ser governado por aqueles assassinos de milhares de pessoas na Covid-19.

Esse país não será governado pelos sócios do Master, pelos parentes do Vorcaro”, afirmou Lula .

Em seguida, afirmou que o país também não será governado por aqueles que, segundo ele, “roubaram R$ 12 bilhões do BRB”, em referência ao Banco de Brasília.

Embora não tenha citado Flávio nominalmente, a fala remete à relação do senador com Vorcaro, fundador do Banco Master.

Flávio confirmou ter procurado recursos para financiar Dark Horse , filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O senador afirma que o financiamento foi privado e nega ter negociado contrapartidas em troca dos recursos.

Assista (1min9s): A declaração do presidente se deu no mesmo dia em que a Veja publicou áudios e documentos nos quais Vorcaro afirma ter destinado R$ 30 milhões em dinheiro vivo a despesas de um documentário sobre Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone, além de outros valores ao Instituto Lula.

Segundo a revista, os possíveis pagamentos estavam relacionados a negociações para obter acesso a fundos de pensão de servidores públicos federais.

A reportagem também atribui a Vorcaro o relato de que os pagamentos foram articulados com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e envolviam o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

As alegações não foram comprovadas.

A Procuradoria-Geral da República não deu andamento ao relato por falta de provas, segundo a publicação.

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