De uma portinha a um bar de três andares: a história de um negócio que virou símbolo da Lapa
Conheça o boteco que nasceu como uma portinha e hoje fatura R$ 150 mil por mês Quem passa pela Lapa, no centro do Rio de Janeiro, dificilmente deixa de notar o movimento em frente ao bar comandado por Sérgio Crespo.
O que hoje ocupa três andares e recebe clientes de diferentes perfis começou de forma bem mais modesta: uma pequena portinha onde eram vendidos cachaça, cerveja, cigarros e outros produtos.
A história do negócio se mistura com a da família.
Sérgio praticamente cresceu atrás do balcão.
Ainda criança, começou ajudando no caixa, passando troco, e, aos poucos, foi aprendendo todas as funções do estabelecimento — do atendimento à cozinha.
"Eu nasci dentro de bar, de verdade", resume o empreendedor.
O estabelecimento foi fundado na década de 1960 pelo pai de Sérgio.
Na época, era um comércio simples, voltado principalmente para quem queria fazer uma parada rápida para tomar uma bebida.
Com o passar dos anos, porém, o empreendedor percebeu que o bairro, a cidade e o perfil dos clientes estavam mudando.
Surgiu, então, o desejo de transformar o espaço em um ambiente onde famílias também se sentissem bem-vindas.
"Meu sonho era ter um espaço onde os clientes pudessem trazer as esposas, os filhos, os amigos e tornar um ambiente mais familiar", conta.
De uma portinha a um bar de três andares: a história de um negócio que virou símbolo da Lapa Reprodução/PEGN A primeira grande transformação Em 2010, quando o pai se aposentou, Sérgio assumiu sozinho a administração do negócio e decidiu investir na primeira grande reforma.
Foram cerca de R$ 700 mil aplicados na modernização do bar, que passou a ocupar um prédio de três andares.
Hoje, o estabelecimento registra faturamento mensal de aproximadamente R$ 150 mil.
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