Na COP17, ciência brasileira debate restauração da Caatinga e combate à desertificação
Professor e pesquisador da Univasf, Renato Garcia Rodrigues, na COP17 em Ulaanbaatar, Mongólia.
Maristela Crispim/ Arquivo pessoal A restauração da Caatinga, a conservação da biodiversidade e o fortalecimento das ações ambientais estão entre os temas presentes nos debates da COP17, acompanhados pelo g1 em Ulaanbaatar, Mongólia.
No Pavilhão Brasil, a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) participa das discussões sobre desenvolvimento sustentável, regularização ambiental e restauração da Caatinga.
No Sertão de Pernambuco, a universidade mantém, há cerca de 18 anos, projetos de pesquisa, monitoramento e recuperação ambiental no Núcleo de Desertificação de Cabrobó.
COP17: agricultura familiar ganha espaço no debate sobre desertificação; no Sertão de PE, práticas conciliam produção e recuperação do solo 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Um dos painéis apresentados na programação do Pavilhão Brasil foi “Environmental Licensing as a Tool to Drive Sustainable Development” (“Licenciamento Ambiental como Ferramenta para Promover o Desenvolvimento Sustentável”).
O painel teve como um dos participantes Renato Garcia Rodrigues, professor e pesquisador das áreas de ecologia e conservação da Univasf, que conversou com o g1 Petrolina durante a COP17, em Ulaanbaatar.
A atividade tratou da experiência dos programas ambientais desenvolvidos para o Projeto de Integração do Rio São Francisco.
Renato também apresentou outro painel na COP17, intitulado “From Environmental Regularization to Restoration at Scale: Strengthening Institutional Capacity to Combat Desertification in the Caatinga” (“Da Regularização Ambiental à Restauração em Escala: Fortalecendo a Capacidade Institucional para Combater a Desertificação na Caatinga”).
A atividade teve a Univasf e o Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (NEMA) entre os proponentes e abordou a restauração em escala e o fortalecimento institucional para o combate à desertificação na Caatinga. (A repórter Diana Silva viajou para o evento a convite do Instituto ClimaInfo) Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (NEMA) da Univasf Arquivo/Univasf As discussões levadas pela universidade à COP17 se relacionam com uma atuação que já é desenvolvida no Sertão pernambucano.
A Univasf atua na região de Cabrobó desde 2008, inicialmente na parte ambiental da obra do Projeto de Integração do São Francisco.
A atuação começou em Cabrobó e também em Floresta, nos dois primeiros trechos onde a universidade passou a trabalhar.
Cabrobó está inserido em um Núcleo de Desertificação e apresenta elevada aridez, ao mesmo tempo em que ainda possui áreas de vegetação conservada, de acordo com Renato.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pernambuco.