Anvisa abre caminho para farmácias venderem remédios em marketplaces
Farmácias | Foto: Canva Em 2025, o Mercado Livre comprou uma pequena farmácia em Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo, com o objetivo, segundo a empresa, de “entender o comportamento do consumidor” nesse segmento.
Por trás dessa movimentação, porém, o que se sabe é que aquela foi a estratégia encontrada pelo marketplace para vender medicamentos diretamente pela plataforma, já que a legislação não permitia que uma empresa de tecnologia, sem uma farmácia própria, comercializasse esses produtos.
Agora, uma decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abre caminho para que não apenas o Mercado Livre , mas outras plataformas online, possam comercializar medicamentos em suas plataformas no modelo de third party (3P), ou seja, por meio de vendas indiretas.
A mudança, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (10), ocorre após a revogação de resoluções e medidas preventivas que restringiam a atuação de plataformas digitais no setor, como iFood , Rappi , Mercado Livre , Submarino , Americanas e Shopee .
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