Prêmio Mulheres do Agro amplia protagonismo no campo em ano marcado pela valorização da agricultora
Foto: Gabriel Almeida A agricultura brasileira também é construída pelas mãos, decisões e conhecimentos de mulheres que atuam diariamente dentro e fora das propriedades rurais.
Em 2026, esse protagonismo feminino ganha ainda mais visibilidade com o Ano Internacional da Mulher Agricultora, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
É nesse contexto que chega à 9ª edição o Prêmio Mulheres do Agro, iniciativa da Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).
Criada em 2018, a premiação reconhece trajetórias femininas no agronegócio e, neste ano, bateu recorde de inscrições, com 394 participantes.
Ao longo de sua história, a iniciativa já destacou o trabalho de 85 mulheres, entre produtoras rurais e pesquisadoras.
Foram reconhecidas nove produtoras rurais e uma pesquisadora.
A premiação busca dar visibilidade a mulheres que exercem uma gestão inovadora e sustentável e a pesquisadoras que contribuem para o avanço científico e tecnológico do setor.
A cerimônia reuniu cerca de 300 pessoas e foi marcada por debates sobre os caminhos da agricultura brasileira e começou com poesia.
O texto apresentado na abertura destacou a presença das mulheres no campo e sua capacidade de transformar trabalho, liderança e conhecimento em novas histórias para o setor.
Para Márcio Santos, CEO da Bayer Brasil, a diversidade está diretamente relacionada à capacidade de inovar.
“O conceito básico de inovação é uma maneira nova de resolver um problema antigo.
Por isso, a diversidade é essencial para o que a gente faz.
Esse prêmio valoriza a diversidade e dá voz a mulheres fantásticas”, disse.
Santos também ressaltou o momento simbólico para a companhia, que completa 130 anos de atuação no Brasil em 2026.
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