BC voltou a ter ata do Copom mais sucinta, diz economista
O Banco Central divulgou nesta terça-feira (11) a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), documento que chamou atenção pelo tamanho reduzido em relação à edição anterior.
A ata passou de 25 para 19 parágrafos, enquanto a seção dedicada à condução de juros encolheu de 9 para apenas 4 parágrafos.
Elisa Machado, economista-chefe da KAT Investimentos, aponta que a decisão de encurtar o texto em múltiplas mensagens.
Para ela, a redução representa uma adequação ou um retorno ao que se fazia normalmente.
“A reunião anterior veio acompanhada de um parágrafo falando sobre o trimestre seguinte ao horizonte relevante, ou seja, foi uma ata muito grande, com uma inovação e uma justificativa diferente do que víamos normalmente nas atas do Copom, e o Banco Central sofreu algumas críticas por conta disso”, explicou.
Leia Mais JPMorgan rebaixa recomendação de investimentos no Brasil para neutro China: Mercado automotivo enfraquece em julho com demanada fraca Ata do Copom vem com menos palavras e mais liberdade para decidir Elisa destacou que a menor oferta de guidance não é um fenômeno exclusivamente brasileiro.
Segundo ela, tanto o Banco Central brasileiro quanto o americano têm adotado uma postura de fornecer menos sinalizações sobre as próximas reuniões.
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