quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Em meio a incêndios no sul do Líbano, moradores acusam Israel de queimadas deliberadas Um Milhão de Cisternas: programa que transformou o Semiárido China e Coreia do Sul retomam diálogo em meio a tensões de ambos países com EUA EUA: candidatos apoiados por Trump perdem nas primárias republicanas Egito, Catar e Turquia condenam novos ataques israelenses que mataram dez palestinos em Gaza Irã acusa Trump de ‘terrorismo econômico’ após ofensiva comercial Espanha realoca migrantes em Ceuta e transfere ao menos 500 menores para o país Ex-ministro da Defesa da Ucrânia pressiona Zelensky por novas eleições França e Alemanha condenam declarações de ministro israelense que defendeu mortes em Gaza RD do Congo ultrapassa cinco mil casos confirmados de ebola Em meio a incêndios no sul do Líbano, moradores acusam Israel de queimadas deliberadas Um Milhão de Cisternas: programa que transformou o Semiárido China e Coreia do Sul retomam diálogo em meio a tensões de ambos países com EUA EUA: candidatos apoiados por Trump perdem nas primárias republicanas Egito, Catar e Turquia condenam novos ataques israelenses que mataram dez palestinos em Gaza Irã acusa Trump de ‘terrorismo econômico’ após ofensiva comercial Espanha realoca migrantes em Ceuta e transfere ao menos 500 menores para o país Ex-ministro da Defesa da Ucrânia pressiona Zelensky por novas eleições França e Alemanha condenam declarações de ministro israelense que defendeu mortes em Gaza RD do Congo ultrapassa cinco mil casos confirmados de ebola
Economia

Mansueto faz alerta: 2027 pode ser o pior ano da economia brasileira desde a pandemia

Money Times ·
Mansueto faz alerta: 2027 pode ser o pior ano da economia brasileira desde a pandemia

O Brasil deve enfrentar um cenário difícil para a atividade econômica em 2027 e pode registrar o menor ritmo de crescimento desde a pandemia, segundo a avaliação de Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual. A combinação de juros ainda elevados , desaceleração da economia e incertezas fiscais tende a limitar a expansão do país nos próximos anos.

“2027 será o pior ano de crescimento do Brasil desde a pandemia”, afirmou o economista durante sua participação no TRX Day, realizado nesta quinta-feira (20), em São Paulo.

De acordo com Mansueto, o Produto Interno Bruto ( PIB ) brasileiro deve crescer em torno de 2% neste ano, Já para 2027, mesmo em um cenário considerado otimista, a expansão ficaria próxima de 1%. A perspectiva reflete o impacto defasado da política monetária restritiva implementada pelo Banco Central para controlar a inflação.

Com a Selic atualmente em 14% ao ano, as projeções de mercado apontam que a taxa básica encerrará 2026 ainda em patamar elevado, em torno de 13,75%.

Apesar da perspectiva de crescimento mais fraco, Mansueto avalia que o país está em uma posição estrutural mais favorável do que a observada há uma década.

Segundo ele, a recessão de 2015 e 2016 foi agravada pela combinação de crises simultâneas em setores estratégicos, como petróleo, energia elétrica e mercado imobiliário, além de inflação elevada, deterioração fiscal e forte aumento do desemprego.

Desta vez, o cenário é diferente: “Não é o Brasil de 10 anos atrás. O Brasil hoje não tem nenhuma grande crise setorial”, afirmou.

Para o economista, a desaceleração esperada para os próximos anos está mais relacionada ao peso dos juros elevados e à deterioração da percepção fiscal do que a problemas estruturais disseminados pela economia.

Para Mansueto, o principal desafio econômico do país atualmente é fiscal . Ele destacou que o gasto público federal acumulou crescimento real de aproximadamente 21% entre 2023 e 2026, ritmo superior ao observado entre 2014 e 2022, quando houve avanço de cerca de 9%.

Embora o governo tenha conseguido reduzir o déficit primário, que saiu de 2,4% do PIB para cerca de 0,5% neste ano, a melhora não foi suficiente para interromper o avanço da dívida pública.

Isso ocorre porque o custo de carregamento da dívida aumentou com a manutenção dos juros em níveis elevados. Segundo Mansueto, a despesa com juros deve subir de cerca de 6% do PIB, em 2023, para aproximadamente 8,5% neste ano. Como consequência, o déficit nominal poderá alcançar 9% do PIB.

“O desafio do Brasil não é simplesmente gerar superávit primário aumentando carga tributária. O desafio do Brasil é controlar o crescimento dos gastos”, afirmou.

Para ele, o mercado ainda não consegue identificar quando a dívida pública brasileira deixará de crescer e entrará em trajetória de queda . “Com as regras que nós temos hoje, a gente não consegue responder essa pergunta”.

Apesar do pessimismo coma atividade econômica, Mansueto acredita que uma mudança na condução da política fiscal poderia alterar rapidamente as expectativas dos agentes econômicos.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›