Review: HellSlave II: Judgment of the Archon – A liberdade de quebrar o jogo
HellSlave II: Judgment of the Archon demorou pouco para despertar aquele meu lado que adora fazer experiências erradas em RPG.
Sabe quando você percebe que uma combinação de habilidades talvez seja forte demais e, em vez de procurar equilíbrio, decide empurrar aquilo até o limite? Foi exatamente assim que comecei a me divertir.
O combate tem bastante culpa nisso.
Apesar da aparência de RPG por turnos, o jogo trabalha com uma linha temporal em que praticamente tudo consome uma quantidade diferente de tempo.
Uma ação rápida pode abrir espaço para outra, habilidades podem ser encaixadas antes da resposta inimiga e uma boa build consegue transformar alguns confrontos em verdadeiros massacres.
Quando isso começou a funcionar, fiquei completamente vendido à ideia.
A graça está em fazer muita coisa antes do inimigo A linha temporal muda bastante a maneira como cada batalha acontece.
Em vez de simplesmente esperar minha vez, escolher uma habilidade e passar o controle, comecei a prestar atenção em quanto tempo cada decisão custava.
Isso cria situações deliciosas.
Com uma combinação bem montada, dá para atacar várias vezes antes de alguns inimigos conseguirem reagir.
Em determinados encontros, a luta praticamente termina antes de começar.
Parece absurdo porque realmente é.
Mas existe mérito nisso.
Não senti que estava apertando um botão milagroso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.