Polícia apreende cerca de 10 mil celulares em lojas na Baixada Santista; homem é preso
Polícia apreende quase 10 mil celulares sem comprovação de origem na Baixada Santista A Polícia Civil apreendeu cerca de 10 mil celulares durante fiscalizações em lojas de Santos, Guarujá, Bertioga e Cubatão, na Baixada Santista.
As ações fizeram parte do Programa SP Mobile, do Governo de São Paulo, e tiveram como alvo estabelecimentos de compra, venda e manutenção de aparelhos.
Um homem foi preso suspeito de receptação.
Segundo a Polícia Civil, a operação buscou combater furtos, roubos e a receptação de celulares.
Os dados foram divulgados na quarta-feira (26). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp.
Durante as fiscalizações, os policiais encontraram aparelhos inteiros e seminovos que, segundo a corporação, seriam usados principalmente para retirada e reaproveitamento de peças.
Em parte dos casos, os comerciantes não apresentaram documentos que comprovassem a origem dos telefones.
Em Cubatão, um comerciante foi preso após a polícia encontrar com ele um celular identificado como produto de furto, segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Polícia Civil apreende mais de 10 mil celulares na Baixada Santista Polícia Civil / Divulgação Como a polícia identifica os celulares Os aparelhos apreendidos passam por análise para que a polícia identifique a origem e tente localizar os proprietários.
Segundo a SSP-SP, 25 celulares já foram devolvidos às vítimas.
Os demais continuam sendo avaliados.
A verificação é feita a partir dos boletins de ocorrência e do número de Identidade Internacional de Equipamento Móvel (IMEI), código individual de identificação de cada aparelho.
Uma das pessoas que recuperaram o aparelho foi o funcionário público Ives Tomazini.
À TV Tribuna, afiliada da Globo, ele contou que registrou no boletim de ocorrência todas as informações do celular, incluindo os dados da nota fiscal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.