Ultrapar (UGPA3): analistas elevam preço-alvo, mas veem pouco espaço após rali
Ultrapar (UGPA3): analistas elevam preço-alvo, mas veem pouco espaço após rali Os negócios melhoraram, mas a ação já teria antecipado boa parte dessa recuperação.
Essa é a leitura do BB Investimentos sobre a Ultrapar (UGPA3) , dona da Ipiranga.
O banco elevou o preço-alvo de R$ 25 para R$ 35, mas manteve a recomendação neutra, após avaliar as apresentações do Ultra Day.
O novo valor ficou 10,5% abaixo da cotação de R$ 39,09 utilizada no relatório, referente a 9 de outubro.
O documento, assinado por Daniel Cobucci, mostra que o papel acumulava valorização de 92,6% em 2026 até aquela data.
A cautela está principalmente na duração dos ganhos da Ipiranga.
Para o analista, as condições que elevaram a rentabilidade da distribuidora são favoráveis no curto prazo , mas não devem ser tratadas como permanentes.
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Ultrapar (UGPA3): o que explica a melhora da Ipiranga? Segundo o BB Investimentos, o combate às irregularidades no setor de combustíveis trouxe volumes para o mercado formal e aumentou a atratividade das grandes redes.
Ao mesmo tempo, as restrições à oferta internacional de derivados dificultaram a atuação de importadores menores.
Nesse ambiente, a Ipiranga ganhou 0,8 ponto percentual de participação de mercado na comparação anual.
O relatório também destaca 321 novos postos e R$ 800 milhões em ganhos de eficiência logística capturados em três anos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.