Prints mostram como ex-funcionária investigada por desviar R$ 100 mil aplicava golpes em pacientes de clínica odontológica em Cuiabá
Arielly Katerine dos Santos, de 31 anos, é investigada por desviar mais de R$ 100 mil e aplicar golpes em pacientes, em Cuiabá Reprodução Prints de conversas pelo WhatsApp mostram como Arielly Katerine dos Santos, de 31 anos, negociava procedimentos com clientes da clínica odontológica onde trabalhava, em Cuiabá, e insistia para que os pagamentos fossem feitos, segundo a Polícia Civil.
A ex-funcionária é investigada por desviar mais de R$ 100 mil do estabelecimento.
Em uma das conversas, uma cliente tenta cancelar um procedimento, mas Arielly oferece uma prótese por R$ 750, divididos em duas parcelas.
Quando a cliente demonstra surpresa com o preço, considerado baixo, a ex-funcionária muda o valor para R$ 850 e afirma que havia cometido um erro de digitação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Em outro trecho da conversa, a cliente volta a pedir o cancelamento.
Arielly insiste novamente na negociação e propõe uma entrada de R$ 300, deixando o restante do pagamento para outro mês.
Prints de conversas pelo WhatsApp mostram como Arielly Katerine dos Santos negociava procedimentos com clientes antes de suposto golpe Reprodução Os prints fazem parte da investigação da Operação Falso Sorriso, deflagrada nessa quinta-feira (20).
Até o momento, mais de 15 vítimas foram identificadas, segundo a Polícia Civil.
Arielly é apontada como responsável por usar o nome da clínica, localizada no bairro Campo Velho, para negociar procedimentos com clientes e receber pagamentos em contas pessoais.
Agora no g1 Segundo o delegado Hugo Abdon Lima, responsável pela investigação, ela se aproveitava da função que exercia na área administrativa e financeira do estabelecimento para ter acesso aos clientes e conduzir as negociações.
"Através do WhatsApp, ela negociava com clientes, oferecia suporte, descontos de procedimentos estéticos e odontológicos e recebia os valores no próprio Pix", afirmou.
Os investigadores apuram as conversas e outros materiais reunidos durante a operação para identificar possíveis novas vítimas e dimensionar o prejuízo causado pelo esquema.
A Polícia Civil também suspeita que parte dos mais de R$ 100 mil desviados tenha sido usada por Arielly em jogos de azar.
A hipótese surgiu depois que a ex-funcionária relatou enfrentar dificuldades financeiras, conforme o delegado.
Arielly confessou os crimes durante depoimento, segundo a polícia, mas não afirmou que tenha usado o dinheiro em apostas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.