Campanha começou domingo
Os quatro candidatos ao Governo do Acre iniciaram oficialmente a campanha eleitoral no domingo (16). Mailza Assis diz que teve atividades desde 6h em Rio Branco e promoveu adesivaço simultâneo em sete pontos pela tarde. Alan Rick começou por Tarauacá e Feijó. Tião Bocalom teve mobilizações em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Alto Acre -e Thor Dantas participou de ato conjunto com Jorge Viana em Rio Branco. Nada novo…
Alan Rick e Ricardo Leite defendem uma estratégia de desenvolvimento baseada em infraestrutura, construção civil, qualificação profissional e aproximação entre governo e setor produtivo. A proposta associa investimentos em estradas, pontes, escolas, saúde, saneamento e habitação à geração de emprego e renda para a população acreana. No fim, os planos são parecidos.
Jair Bolsonaro recebeu 142.090 votos em Rio Branco no segundo turno presidencial de 2022, correspondentes a 72,51% dos válidos, contra 53.873 votos e 27,49% de Lula. Entre as capitais nortistas, somente Boa Vista registrou percentual maior para Bolsonaro, 79,47%. A diferença na capital acreana chegou a 88.217 votos e 45,02 pontos percentuais.
No resultado estadual do segundo turno de 2022, Bolsonaro recebeu 287.750 votos no Acre, equivalentes a 70,30% dos válidos. Lula somou 121.566 votos, ou 29,70%. A comparação mostra que o desempenho de Bolsonaro em Rio Branco, de 72,51%, ficou 2,21 pontos percentuais acima do resultado obtido no conjunto do estado.
E haja Pai Nosso! Um candidato ao Governo, se não rezar uns 8 “Pai Nossos” por dia não chega a lugar algum. Acompanhado de repórteres fotográficos e cinematográficos, claro. No trecho “… perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido…”, quando o candidato aperta os olhos com mais força e fé, é a hora do retrato.
Outra característica das campanhas por aqui é que muitos ainda adotam a velha prática de carreata. As carreatas, onde quer que sejam realizadas, só trazem prejuízos: ao meio ambiente, ao trânsito; desrespeito ao Código de Trânsito e à paciência dos motoristas e pedestres, que não têm nada a ver com aquilo. Sem contar os riscos: já teve até morte aqui na Capital. Um jovem caiu de uma caminhonete e morreu. Ou já nos esquecemos disto?
Todo dia sai um besta e um esperto na rua. O besta somos nós, e o esperto é o nosso deputado do Vale do Juruá, Clodoaldo Rodrigues, que, em sua declaração de bens, disse não ter patrimônio a declarar. É mole, Arnaldo?
É preciso ter calma quando se avalia a questão do analfabetismo. Já se chegou até a prometer “zerar” o problema no Acre. Tecnicamente, a extinção dessa chaga não acontece à fórceps. Não se executa política de Educação nem dando “cavalos de pau” e nem aos solavancos.
Para a coluna sintetizar e comunicar: com política educacional sólida, coesa e planejada, o analfabetismo “vai sumindo aos pouquinhos, ao longo do tempo”.
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