Ministro de Israel defende matar de '30 a 40' pessoas por noite em Gaza
Israel alertou EUA sobre ameaça de morte contra Trump, diz agência O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, defendeu a morte de "30 a 40" pessoas por noite na Faixa de Gaza.
A declaração foi dada no último domingo (17), em uma entrevista ao pocast do também israelense Rom Braslavski, ex-refém do Hamas, e foi divulgada por veículos palestinos.
Ben-Gvir, que faz parte da coalizão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, criticava a redução dos ataques israelenses no território palestino quando fez o comentário. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Não é segredo que eu discordo do primeiro-ministro", afirmou.
"Acho que devem ser realizadas execuções seletivas em Gaza, eliminando de 30 a 40 pessoas todas as noites.
Não apenas quem representa uma ameaça imediata.
Há pessoas lá que não merecem viver.
Elas não deveriam viver.
Nem sequer são pessoas." Declarações semelhantes feitas por Ben-Gvir e por outros integrantes do governo israelense já provocaram críticas internacionais no passado.
Algumas delas foram apresentadas ao principal tribunal da ONU como evidências de suposta intenção genocida.
Israel nega ter cometido genocídio em Gaza.
A fala recebeu pouca atenção na imprensa israelense.
O episódio ocorre em meio à campanha para as eleições marcadas para 27 de outubro.
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Na ocasião, segundo Israel, cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 foram sequestradas pelo grupo.
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