segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR CEO que dispensou 900 pessoas pelo Zoom é demitido da própria empresa Galípolo defende Pix após ameaças dos EUA: 'virou patrimônio da sociedade' Bradespar tem valor líquido de ativos de R$ 11,90 bilhões em 14 de agosto Megaestudo analisa impacto da prática da gratidão em 34 países Consumo crônico de goma xantana pode causar inflamação intestinal Conferência FAPESP debate a transição da computação quântica dos laboratórios para o mercado Pacientes com hipotireoidismo apresentam apneia do sono com maior frequência e gravidade Curso de mestrado para formação de professores em computação está com inscrições abertas Metabolismo urbano sob o domínio financeiro Aulas para vestibulares do ICTP-SAIFR CEO que dispensou 900 pessoas pelo Zoom é demitido da própria empresa Galípolo defende Pix após ameaças dos EUA: 'virou patrimônio da sociedade' Bradespar tem valor líquido de ativos de R$ 11,90 bilhões em 14 de agosto
Economia

Moreira Salles entra em aposta global de US$ 3,8 bi na SpaceX

Folha · Mercado ·
Moreira Salles entra em aposta global de US$ 3,8 bi na SpaceX

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Empresas de investimento de indivíduos super-ricos das Américas, Europa e Oriente Médio acumularam bilhões de dólares com a SpaceX , o que ressalta a capacidade dessas companhias de conquistar espaço em oportunidades de negócios muito disputadas.

Um family office de Nick Pritzker, herdeiro da Hyatt Hotels, tinha um investimento de US$ 1,8 bilhão (R$ 9,34 bilhões) no fim de junho na empresa de foguetes, satélites e inteligência artificial (IA) fundada por Elon Musk , poucas semanas após a oferta pública inicial de ações (IPO) da SpaceX , segundo dados compilados pela Bloomberg a partir de documentos regulatórios 13F.

A BlueCrest Capital, de Michael Platt, e a dinastia financeira brasileira Moreira Salles declararam participações superiores a US$ 100 milhões (R$ 519 milhões), enquanto uma empresa de investimentos do xeique Mohamed bin Zayed Al Nahyan, governante de Abu Dhabi, revelou uma posição de quase US$ 65 milhões (R$ 337,35 milhões) na companhia sediada no Texas, segundo documentos apresentados nos EUA.

Mais de uma dúzia de family offices detinham, no total, pelo menos US$ 3,8 bilhões (R$ 19,72 bilhões) na empresa oficialmente denominada Space Exploration Technologies Corp. no primeiro semestre de 2026, mostram os documentos. Alguns deles —entre os quais a Tao Capital, de Pritzker, e a dinastia Moreira Salles, ligada a um dos maiores bancos do Brasil, o Itaú — também investem na Tesla Inc ., a outra parte listada em bolsa do império empresarial de Musk.

Os dados representam a primeira vez que alguns dos investidores privados mais influentes do mundo revelam posições em ações da SpaceX. A empresa começou a ser negociada em 12 de junho, após construir reputação como uma das startups mais cobiçadas do globo, com demanda pela oferta de US$ 75 bilhões (R$ 389,25 bilhões) superior a quatro vezes a quantidade de ações disponível. Os papéis dispararam nos primeiros dias de negociação, mas perderam mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,19 trilhões) em valor de mercado até o início de agosto.

O fim neste mês do período de bloqueio, que passou a permitir que acionistas reduzissem participações, era visto como outro risco para o preço das ações da SpaceX , mas acabou tendo impacto passageiro.

A listagem foi a maior da história, mais que o dobro da oferta de US$ 29,4 bilhões (R$ 152,59 bilhões) da Saudi Aramco, realizada quase uma década atrás, e transformou Musk no primeiro trilionário do mundo.

Os family offices, gestores de recursos geralmente discretos que administram o patrimônio de ultrarricos, multiplicaram-se nas últimas duas décadas em meio ao forte crescimento das fortunas nos setores de tecnologia , finanças e saúde.

Como normalmente atendem um único cliente ou um grupo pequeno, essas firmas em geral têm mais agilidade e podem fazer investimentos de prazo mais longo que investidores institucionais, o que leva empresas a cortejá-las com frequência em busca de financiamento.

Ler a notícia completa no Folha · Mercado ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mercado.

Este assunto em outros veículos

Mais de Folha · Mercado

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›