Efeito Trump: sarampo volta a matar nos EUA em meio ao movimento anti vacina
O sarampo voltou a ganhar força nos Estados Unidos e já provocou as primeiras mortes pela doença em 2026.
As duas vítimas eram moradoras do condado de Lancaster, na Pensilvânia, e não haviam sido vacinadas, segundo o Departamento de Saúde do estado.
Os óbitos também representam um retrocesso para a Pensilvânia, que não registrava uma morte por sarampo havia 35 anos.
As autoridades não divulgaram a idade, o sexo ou outras informações das vítimas.
O avanço da doença ocorre em meio a um surto que já contabiliza milhares de casos .
Até o período citado pelo CDC, os Estados Unidos tinham 2.777 casos confirmados em 2026, número superior aos 2.289 registrados durante todo o ano de 2025.
No ano passado, três pessoas morreram em decorrência do sarampo.
Os dados oficiais são atualizados periodicamente e podem sofrer alterações.
Leia também: Movimento antivacina faz EUA registrar pior surto de sarampo em três décadas O sarampo é uma doença causada por vírus e tem uma transmissão extremamente fácil.
A contaminação pode ocorrer pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou respira perto de outras pessoas.
O vírus também pode permanecer no ambiente por até duas horas depois que o paciente deixa o local.
A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a doença.
A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e é utilizada há décadas em diferentes países, incluindo o Brasil.
Nos Estados Unidos, a cobertura vacinal infantil caiu de mais de 95% em 2020 para menos de 93% atualmente.
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