segunda-feira, 17 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Durigan admite que ajuste fiscal rigoroso é necessário para reduzir juros Prévia do PIB, no Brasil, e ata do Fed, nos EUA, nos destaques da semana Área do imóvel não pode influenciar valor do IPTU, decide STF Ações da Casas Bahia caem 30% após perda bilionária e recuperação judicial Economatica tem prejuízo líquido ajustado de R$ 1,77 milhão no segundo trimestre Preço do etanol cai em 22 Estados, sobe em 3 e estabiliza em RR, diz ANP PIB recua em junho, mas cresce 0,18% no 2º trimestre, indica prévia do BC Dólar ronda R$ 5,21 e Bolsa recua, com IBC-Br e Galípolo no radar Após seis semanas da queda, previsão de inflação fica estável acima de 5% Alibaba venderá divisão de videogames por US$ 1,5 bilhão à Trustar Capital Durigan admite que ajuste fiscal rigoroso é necessário para reduzir juros Prévia do PIB, no Brasil, e ata do Fed, nos EUA, nos destaques da semana Área do imóvel não pode influenciar valor do IPTU, decide STF Ações da Casas Bahia caem 30% após perda bilionária e recuperação judicial Economatica tem prejuízo líquido ajustado de R$ 1,77 milhão no segundo trimestre Preço do etanol cai em 22 Estados, sobe em 3 e estabiliza em RR, diz ANP PIB recua em junho, mas cresce 0,18% no 2º trimestre, indica prévia do BC Dólar ronda R$ 5,21 e Bolsa recua, com IBC-Br e Galípolo no radar Após seis semanas da queda, previsão de inflação fica estável acima de 5% Alibaba venderá divisão de videogames por US$ 1,5 bilhão à Trustar Capital
Economia

Casas Bahia pede recuperação judicial: entenda a crise da varejista e quem faz parte do grupo

G1 Economia ·
Casas Bahia pede recuperação judicial: entenda a crise da varejista e quem faz parte do grupo

Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial O Grupo Casas Bahia informou no último domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, com o objetivo de reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.

O pedido, segundo a empresa, se mostrou necessário diante da piora das condições financeiras da companhia, em meio ao cenário de juros elevados no país, que encareceu o crédito e aumentou seus custos financeiros, e ao consumo mais fraco, que reduziu sua capacidade de gerar caixa. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Essa, no entanto, não foi a primeira tentativa do grupo em buscar uma reestruturação financeira e preservar suas operações.

Os primeiros sinais da crise despontaram em 2022, quando a empresa começou a reportar repetidos prejuízos trimestrais — cenário que se agravou ao longo dos últimos anos.

O que é e como funciona a recuperação judicial? Entenda como começou a crise e o que é o Grupo Casas Bahia Casas Bahia Divulgação/Casas Bahia Entenda a crise da Casas Bahia Os primeiros sinais da crise do Grupo Casas Bahia se concretizaram no terceiro trimestre de 2022, quando a empresa reportou o primeiro de vários prejuízos trimestrais.

Naquela época, a companhia já havia começado a encerrar lojas com desempenho mais fraco do que o esperado e sentia as vendas pressionadas, resultado de uma economia ainda fraca por conta da pandemia do Covid-19.

No final daquele ano, em meio ao cenário de alta de juros visto desde 2021, a empresa já falava sobre a busca por rentabilidade e por um crescimento mais sustentável, focado em geração de caixa.

Assim, em 2023, a companhia anunciou seu Plano de Transformação, focado exatamente nesses dois pilares e com previsão de crescimento após 2025.

Plano de transformação e recuperação extrajudicial À época, o presidente da Via, dona das marcas Casas Bahia e Ponto (antigo Ponto Frio), Renato Horta Franflin, afirmou que a companhia já tinha uma estratégia de crescimento focada nas vendas pelos meios digitais, além da abertura de novos canais, da expansão de lojas e de aposta em fintechs.

"Nós entendemos que isso tudo foi feito.

Construímos uma super plataforma, e ela já é grande.

Então, entre investir para crescer mais essa plataforma ou pegar e rentabilizar o que tenho aqui, preferimos ganhar dinheiro com o que tem aqui", diz.

Ao longo daquele ano, no entanto, mesmo com o fechamento de mais dezenas de lojas e milhares de postos, o cenário se mostrou desafiador para o varejo brasileiro, que ainda sofria com o ambiente de juros mais altos, crédito mais caro e consumidores mais endividados — e com o grupo Casas Bahia não foi diferente.

Ler a notícia completa no G1 Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›