Trump cita Suíça para cobrar corte de juros e critica Fed por manter taxas altas
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a defender que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deveria cortar as taxas de juros graças ao “sucesso” da economia americana, em comentários a repórteres nesta tarde.
“É ridículo que permaneçam no nível atual”, enfatizou.
“Quase desejo que a economia tenha números ruins para ver se cortam juros”, acrescentou o republicano.
Na visão dele, os dirigentes do BC norte-americano preferem aumentar as taxas por “medo da inflação” diante do “sucesso econômico”, do que permitir a flexibilização monetária, defendida por Trump.
Segundo o presidente, “tudo deveria se resumir ao crédito” e os EUA “possuem o melhor crédito, pagamos nossas dívidas facilmente e rapidamente”, comparando o desempenho americano com o da Suíça – que possui juros menores.
“Cada ponto-base da taxa de juros custa US$ 600 bilhões.
Poderíamos estar fazendo uma fortuna, mas ao invés disso estamos pagando uma fortuna”, disse.
“Os juros do Fed estão artificialmente altos, não há razão para estarem elevados assim.
Eles os dirigentes aumentam as taxas por qualquer motivo”, afirmou.
Trump fez os comentários após uma reunião na Casa Branca com executivos da indústria de criptomoedas, incluindo Coinbase, Robinhood e BitCo.
Na ocasião, ele agradeceu a presença dos representantes e reiterou pedido para que o Congresso dos EUA aprove rapidamente o projeto de lei regulatório Clarity Act.
O presidente americano defendeu que a legislação é necessária para que os americanos continuem a liderar outros países em cripto, inteligência artificial (IA) e tecnologia.
“Não quero subestimar a China, mas ainda estão em segundo lugar em IA e tecnologia.
Provavelmente falarei sobre isso com Xi Jinping”, disse, em referência a visita do presidente chinês à Washington em 24 de setembro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.