Ex-ministros assinam carta em apoio a Fachin e cobram transparência no STF
Um grupo de magistrados, empresários, professores, advogados e representantes da sociedade civil manifestaram apoio às medidas adotadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.
O documento conta com 199 assinaturas.
O grupo afirma que as medidas de Fachin buscam preservar a autoridade da Corte e apurar as “gravíssimas acusações” que vieram a público nas últimas semanas.
Eis a íntegra da carta (PDF-19 kB).
Estão entre os signatários do documento: Alexandre Schwartsman : ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central.
Ana Carla Abrão : ex-secretária da Fazenda de Goiás; André Lara Resende : ex-presidente do BNDES; Armínio Fraga : ex-presidente do Banco Central; Candido Bracher : ex-presidente do Itaú Unibanco; Edmar Bacha : ex-presidente do BNDES; Fabio Barbosa : ex-presidente do Banco do Brasil; Flavia Piovesan : ex-secretária especial de Direitos Humanos; Joaquim Falcão : ex-superintendente da Fundação Joaquim Nabuco; José Carlos Dias : ex-ministro da Justiça; José Eduardo Cardozo : ex-ministro da Justiça; José Roberto Mendonça de Barros : ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda; Luciano Coutinho : ex-presidente do BNDES: Luis Stuhlberger : fundador da Verde Asset; Luiz Fernando Figueiredo : ex-diretor de Política Monetária do Banco Central; Miguel Reale Júnior : ex-ministro da Justiça; Oscar Vilhena Vieira : professor de Direito Constitucional; Paulo Vannuchi : ex-ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República; Pedro Malan : ex-ministro da Fazenda; Pedro Parente : ex-chefe da Casa Civil; Pedro Wongtschowski : ex-presidente do Grupo Ultra; Pérsio Arida : ex-presidente do Banco Central; Roberto Brant : ex-ministro da Previdência e Assistência Social; Sergio Fausto : diretor-geral da Fundação Fernando Henrique Cardoso; Tercio Sampaio Ferraz Jr. : professor de Direito; Thiago Amparo : professor de Direito e colunista e Walter Schalka : ex-presidente da Suzano.
O documento também pede transparência nas investigações e na sessão plenária marcada para 3ª feira (15.set.2026).
Na data, o STF transmitirá ao vivo a sessão plenária extraordinária que analisará o pedido para abertura de investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes no caso do Banco Master.
Segundo a carta, o país vive “a mais grave crise da história do Supremo Tribunal Federal” e uma das mais graves da história republicana brasileira.
Os signatários defendem a apuração dos fatos e a responsabilização de pessoas que eventualmente tenham violado a lei ou a dignidade de seus cargos.
Para o grupo, essas medidas são necessárias para recuperar a confiança nas instituições e preservar a democracia.
REFORMAS A carta também defende reformas institucionais consideradas urgentes pelos signatários.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.