Argentina promete maior operação de segurança de sua história para visita do Papa
BUENOS AIRES, Argentina — O governo argentino, por meio da ministra da Segurança, Alejandra Monteoliva, anunciou nesta segunda-feira (21 de setembro) a organização da maior operação de segurança da história do país.
O esquema ambicioso visa proteger o papa Leão XIV durante sua visita apostólica à Argentina, programada para ocorrer entre 8 e 11 de novembro, abrangendo as cidades de Buenos Aires, Córdoba e Luján.
A Argentina organiza a maior operação de segurança de sua história para a visita do Papa Leão XIV, com foco na segurança do Papa na Argentina.
O esquema de proteção incluirá três jurisdições, três aeroportos, três cidades, quatro grandes eventos de massa e 11 eventos em espaços fechados.
A expectativa é de que aproximadamente sete milhões de pessoas participem das atividades programadas para a visita do pontífice.
Monteoliva detalhou o compromisso assumido pelo governo de Javier Milei para garantir a proteção do líder da Igreja Católica.
A ministra ressaltou que a operação envolverá não apenas o governo nacional, mas também diversas jurisdições locais em um comando unificado que operará continuamente por 120 horas.
Qual a magnitude da operação de segurança papal? “Garanto a vocês que esta será a maior operação de segurança da nossa história”, declarou Alejandra Monteoliva em uma coletiva de imprensa.
“Envolverá não apenas o governo nacional, mas também três jurisdições, três aeroportos, três cidades, quatro grandes eventos de massa, 11 eventos em espaços fechados, um comando unificado que permanecerá operacional continuamente por 120 horas e uma participação total estimada em aproximadamente sete milhões de pessoas”.
O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, que também esteve presente no encontro com jornalistas, agradeceu ao pontífice americano por ter decidido visitar a nação sul-americana.
Ele estendeu o agradecimento à Secretaria de Estado do Vaticano, à Nunciatura Apostólica e à Conferência Episcopal Argentina “pela confiança e constante colaboração com nossos representantes”.
Visita do Papa: chefe de Estado ou pastor? O núncio apostólico da Santa Sé, Michael Wallace Banach, sublinhou aos jornalistas que a visita do líder da Igreja Católica é, antes de tudo, “uma visita apostólica”.
“Ele vem, claro, como chefe de Estado, mas, acima de tudo, vem como pastor para confirmar seus irmãos e irmãs na fé”, comentou Banach.
Da IstoÉ com ANSA.
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