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Suzano (SUZB3) ou Klabin (KLBN11)? Bradesco BBI analisa setor de papel e celulose e apresenta sua “top pick”

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O Bradesco BBI está com um pé atrás em relação ao mercado de celulose.

No curto prazo, a situação até parece indicar uma melhora.

Porém, em um cenário mais amplo, ainda é um setor que exige cautela, sobretudo diante do crescimento da oferta da commodity acima da demanda.

Mesmo assim, a instituição elegeu sua ação preferida (top pick) entre as duas “irmãs” do setor sob sua cobertura: a Suzano ( SUZB3 ) e Klabin (KLBN11).

A escolhida foi a Suzano .

Mas como a mão que afaga é a mesma que apedreja, nem a queridinha escapou dos cortes: o preço-alvo de SUZB3 foi reduzido de R$ 73 para R$ 59 para o fim de 2027 — um potencial de alta de cerca de 25,5% , considerando o valor de abertura de R$ 47,01 .

Já para a Klabin , a mão pesou ainda mais.

Além de cortar o preço-alvo de KLBN11 de R$ 24 para R$ 21 — uma alta de 10,4% em relação à abertura de R$ 19,02 — o Bradesco rebaixou a recomendação dos papéis de compra para neutra .

Para os acionistas, talvez fique a dúvida sobre quais são os próximos passos.

Celulose: oportunidade ou furada? Com uma postura mais cuidadosa, o Bradesco BBI reduziu o preço esperado da celulose de fibra curta de US$ 605 para US$ 584 por tonelada .

No longo prazo, esse corte fica mais abrupto , saindo de US$ 600 para US$ 570 por tonelada.

Apesar disso, o banco ainda vê uma melhora no curto prazo.

Os estoques baixos entre as fabricantes de papel e a recomposição antes do quarto trimestre de 2026 ajudaram a sustentar os reajustes de preços de setembro.

O movimento ainda pode abrir espaço para uma nova alta de US$ 20 por tonelada de celulose em outubro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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