Protocolo sanitário pode reduzir em R$ 100 o custo por animal confinado
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A avaliação detalhada das ferramentas de saúde animal utilizadas na engorda intensiva é um fator determinante para proteger a margem financeira do pecuarista e maximizar o desempenho no cocho.
Durante mais uma edição do quadro “Dicas do Scoton”, no Giro do Boi , o zootecnista e consultor Maurício Scoton apresentou os resultados de um levantamento prático realizado em confinamentos, que comprovaram que a escolha e o ajuste correto do protocolo sanitário geram uma economia superior a R$ 100 por cabeça ao final do ciclo de terminação.
De acordo com Scoton, muitos confinadores negligenciam a auditoria dos produtos e das estratégias sanitárias aplicadas na recepção dos lotes, elevando desnecessariamente o custo final da arroba produzida.
Em testes comparativos com diferentes vacinas respiratórias aplicadas na entrada dos animais, o estudo computou os custos diretos com medicamentos de rebanho, o consumo diário de matéria seca, o ganho médio de peso e a taxa de morbidade, revelando uma oscilação de resultado econômico superior a uma centena de reais por bovino entre os grupos avaliados.
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