Ministério Público investiga possível vazamento de prova de concurso com 38 mil inscritos em Araguaína
Ministério Público abre procedimento administrativo para fiscalizar concurso de Araguaína O Ministério Público do Tocantins (MPTO) investiga o suposto vazamento de um caderno de questões do concurso público de Araguaína, no norte do Tocantins.
Segundo as investigações, o documento teria circulado em grupos de WhatsApp antes da divulgação oficial da prova pela banca organizadora.
A Prefeitura de Araguaína informou que não foi oficialmente notificada e que a comissão responsável segue monitorando o caso (veja a nota completa abaixo).
O g1 solicitou informações ao Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (IDIB), mas não teve resposta até a última atualização desta reportagem.
Prefeitura de Araguaína vai ter que pagar R$ 10 mil para um morador de Ananás Prefeitura de Araguaína/Divulgação O caso passou a ser apurado após denúncias encaminhadas pela Ouvidoria e relatos recebidos pela 6ª Promotoria de Justiça de Araguaína nos dias 23 e 24 de agosto, quando as provas foram aplicadas.
Conforme o MP, o caderno que teria vazado em grupos de mensagens é referente ao cargo de analista administrativo.
Análises da promotoria indicaram que o documento teria circulado por volta das 11h39, antes de as provas serem disponibilizadas pela banca.
O Ministério Público solicitou documentos e esclarecimentos para saber se o arquivo vazado corresponde parcial ou integralmente ao caderno de questões.
O IDIB também deve apresentar informações sobre a elaboração, impressão, acesso, transporte e distribuição da prova.
Denúncias também relataram outros problemas durante a realização da prova: Falha na fiscalização: alguns candidatos teriam sido orientados a utilizar garrafas transparentes e sem rótulos, enquanto outros ficaram no local com garrafas térmicas e sacolas de supermercado.
Horário de início das provas: em uma das salas, candidatos que já haviam assinado a lista de presença teriam iniciado a resolução da prova, enquanto outros ainda aguardavam a chegada de seus nomes para assinatura.
Antes da prova: foram relatadas inconsistências no cartão-resposta, nas condições de acesso aos locais de prova e no período de espera antes da abertura dos portões.
O MP estabeleceu um prazo de 10 dias para a banca e a prefeitura apresentarem os documentos solicitados.
A promotoria também pediu esclarecimentos à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.