Coyote vs. Acme – Crítica: Coyote brilha em filme divertido, mas irregular
Poucos filmes recentes chegaram aos cinemas carregando uma história de bastidores tão importante quanto Coyote vs.
Acme .
Filmado em 2022, o longa de Dave Green estava pronto quando a Warner Bros. decidiu engavetá-lo e considerar uma baixa fiscal em vez de lançá-lo.
A reação foi enorme, com críticas dentro de Hollywood e campanhas pela estreia.
A venda para a Ketchup Entertainment finalmente mudou seu destino, mas também criou uma expectativa que nenhuma comédia despretensiosa deveria precisar carregar.
Talvez por isso seja importante separar as duas histórias.
A sobrevivência de Coyote vs.
Acme é uma vitória, mas isso não transforma automaticamente o filme em uma obra extraordinária.
O resultado é uma comédia divertida, criativa em seus melhores momentos e claramente feita por pessoas que conhecem os Looney Tunes, porém marcada por um roteiro irregular e por um universo que poderia ter sido muito mais explorado.
A trama começa quando Wile E.
Coyote se cansa de décadas sendo vítima dos produtos defeituosos da Acme.
Depois de mais uma tentativa desastrosa de capturar o Papa-Léguas, ele procura o advogado Kevin Avery, vivido por Will Forte, e decide processar a poderosa empresa.
Do outro lado está Buddy Crane, personagem de John Cena e principal advogado da companhia, disposto a impedir que os segredos da Acme sejam expostos.
Coyote é o verdadeiro coração do filme A ideia funciona justamente porque transforma uma das piadas mais antigas dos Looney Tunes em uma história maior.
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