Das pistas de skate às oficinas de arte: como as férias movimentam negócios para o público infantil
Como empreendedores transformam as férias escolares em oportunidade de negócio Enquanto as crianças contam os dias para as férias escolares, muitos pais precisam encontrar alternativas para conciliar o recesso dos filhos com a rotina de trabalho.
É justamente nesse período que alguns pequenos negócios enxergam uma oportunidade de crescer.
Escolas de skate, espaços de pintura e academias com atividades imersivas adaptam a programação para julho, oferecendo colônias de férias, oficinas e experiências voltadas ao público infantil.
A estratégia atende a uma demanda sazonal das famílias e, ao mesmo tempo, ajuda os empreendedores a conquistar novos clientes e reforçar o caixa para os meses seguintes.
Férias escolares viram oportunidade de negócio para empreendedores Reprodução/PEGN Em São Paulo, uma escola de skate encontrou uma forma diferente de ensinar crianças e iniciantes: um sistema de cordas presas ao teto reduz o medo das primeiras manobras e permite que os alunos aprendam com mais segurança.
A ideia surgiu depois que o fundador, Caio Andreucci, viu atletas japoneses utilizando um método semelhante durante treinamentos e decidiu adaptá-lo para o negócio.
O investimento inicial foi de R$ 100 mil.
As férias representam o principal período de captação de novos alunos da escola.
Em meses comuns, o negócio recebe cerca de 30 novos estudantes.
Em julho, esse número mais que dobra e chega a aproximadamente 65.
Para aproveitar o aumento da procura, a escola reduz o preço da aula experimental e investe na conversão desses visitantes em alunos permanentes.
Hoje, o negócio fatura cerca de R$ 45 mil por mês.
Apesar da importância da sazonalidade, o foco continua sendo a retenção dos alunos.
Segundo o empreendedor, parte do dinheiro gerado nas férias é reinvestida em marketing e na renovação constante da estrutura da escola para manter os estudantes engajados durante o restante do ano.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.