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Como tubarões podem ajudar a prever a intensidade dos furacões

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Como tubarões podem ajudar a prever a intensidade dos furacões

Um fator determinante para a formação de furacões é o oceano.

Geralmente, eles se desenvolvem a partir de tempestades sobre águas oceânicas quentes, com temperatura na superfície de pelo menos 27 °C, que fornecem a energia necessária para o desenvolvimento do ciclone.

A ciência já desenvolveu diversas técnicas de monitoramento para prever quando esse fenômeno está prestes a acontecer.

Satélites meteorológicos, radares e aviões caçadores de furacões são algumas delas.

Prever a intensidade da tempestade, porém, é uma tarefa mais difícil e que exige dados mais precisos.

No Ártico, uma das soluções já utilizadas é a instalação de sensores em focas e outros animais para coletar informações sobre o oceano.

Poucas iniciativas desse tipo existem em latitudes médias.

Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, estavam em busca de uma alternativa semelhante para o Atlântico Médio.

Eles encontraram a resposta em um dos predadores mais temidos do planeta: o tubarão.

Abundantes, relativamente acessíveis e dispersos por diferentes regiões, eles parecem uma opção promissora.

Continua após a publicidade Peixe diabo-negro e outras 5 criaturas raríssimas do fundo do oceano Para isso, são utilizadas etiquetas CTD, pequenos aparelhos eletrônicos que funcionam como sensores oceânicos.

Elas medem temperatura, condutividade, profundidade e outras características importantes para entender as condições do oceano e melhorar as previsões sobre a intensidade dos furacões.

Tudo isso é registrado em tempo real, conforme os animais se deslocam naturalmente pelo oceano.

A tecnologia vem sendo acoplada pelos pesquisadores de Delaware a tubarões durante expedições em alto-mar no Atlântico.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

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