Laser pode melhorar o DNA da pele
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A dermatologia moderna oferece vários tratamentos com laser para atenuar rugas e cicatrizes. Eles agem fisicamente sobre a pele, eliminando áreas manchadas e estimulando os fibroblastos, células que produzem colágeno (a proteína que dá sustentação à pele). Mas, como revela uma experiência (1) realizada por cientistas dos EUA e do Reino Unido, o laser também é capaz de fazer outra coisa: ativar ou desativar determinados genes do tecido cutâneo, e dessa forma melhorar as características da pele.
O teste incluiu 22 voluntários, com idade entre 20 e 64 anos, que se submeteram a três sessões de um laser dermatológico comum. Um mês depois, os cientistas coletaram um pedacinho de pele de cada um deles e analisaram a amostra. Descobriram que a aplicação de laser havia ligado ou desligado 635 trechos do DNA – e, nesses pontos, o laser reverteu 84% das alterações genéticas associadas ao envelhecimento da pele.
Fonte 1. “Non-ablative fractional laser 1940-nm treatment modulates epigenetic signatures associated with skin aging in a split-face investigation”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.