domingo, 18 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Entretenimento

'Aquarelas' de Ary Barroso e Tom Jobim colorem com a bossa brasileira o show de Dionne Warwick no Rio de Janeiro

G1 Pop & Arte ·
'Aquarelas' de Ary Barroso e Tom Jobim colorem com a bossa brasileira o show de Dionne Warwick no Rio de Janeiro

Dionne Warwick canta músicas como 'Garota de Ipanema', 'Na Baixa do Sapateiro' e 'Aquarela do Brasil' em show na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ) Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio ♫ ANÁLISE ♬ Poucas cantoras norte-americanas tiveram ou têm um ligação tão forte e permanente com a música brasileira como Dionne Warwick, artista que descortinou todo um universo pop ao gravar, a partir de 1962, uma série de canções da dupla de compositores Burt Bacharach (1928 – 2023) e Hal David (1921 – 2012).

Na década de 1990, precisamente a partir de 1993, Dionne começou a circular por Rio de Janeiro (RJ) e de Salvador (BA), passando temporadas nessas cidades enquanto gravava um álbum com músicas brasileiras, “Aquarela do Brasil”, disco produzido por Téo Lima, batizado com o nome do antológico samba-exaltação de Ary Barroso (1903 – 1964) – gravado por Dionne na versão em inglês escrita por Bob Russell (1914 – 1970) em 1942 e intitulada “Brazil”– e lançado em 1994 com repercussão comercial muito aquém do esperado pela cantora, efeito creditado pela artista ao pouco investimento da gravadora Arista na promoção do álbum.

A intensa relação de Dionne Warwick com a música do Brasil ficou evidenciada mais uma vez no roteiro do show apresentado pela cantora na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, sábado, 17 de outubro.

A apresentação faz parte da perna brasileira da turnê mundial de despedida de Dionne, “Over and out – A farewell tour”, ainda em rotação pelo Brasil e com apresentações agendadas em Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR).

A cantora norte-americana Dionne Warwick se despede do palcos do Brasil com o show da “Over and out – A farewell tour” Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio A dois meses de completar 86 anos, em 12 de dezembro, Dionne Warwick tem usado inteligentemente a voz em tons mais baixos que se ajustam à bossa brasileira.

Na estreia carioca da turnê, a artista recorreu a essa bossa em bloco com músicas do Brasil em versões em inglês.

A primeira foi “Garota de Ipanema” – samba apresentado em show pelos compositores Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980) no mesmo ano de 1962 em que Dionne lançou o primeiro single solo com uma canção de Burt Bacharach e Hal David, “Don't make me over” – na versão em inglês escrita em 1963 por Norman Gimbel (1927 – 2018).

Na sequência, um batuque ancestral introduziu um dos sambas mais famosos de Ary Barroso, “Na Baixa do Sapateiro” (1938), cantado por Dionne em inglês na versão de Ray Gilbert (1912 – 1976) intitulada “Bahia”, em clima de bossa nova, arriscando alguns versos em português como “Meu Senhor do Bonfim / Arranje uma morena igualzinha para mim”.

Ler a notícia completa no G1 Pop & Arte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.

Mais de G1 Pop & Arte

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›