quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Quem é Rafa Câmara, brasileiro confirmado na Fórmula 1 em 2027› Stock Car: De olho na tabela, Arthur Leist volta a Cascavel confiante em manter ritmo competitivo› Flamengo encara o Estudiantes com Bruno Henrique e Saúl entre os titulares› Lucas Andrade vence a sétima seguida em Quito, Kohlmann cai nas oitavas› Transmissão ao vivo de Estudiantes x Flamengo pela Libertadores: veja onde assistir› Marcadores no sangue podem prever eficácia de imunoterapia contra melanoma avançado› FAPESP e Estônia articulam parcerias em ciência e inovação› Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara seleciona professor titular› CEFAVELA apresenta balanço dos dois primeiros anos de atuação› Ecologia teórica e a física da vida: ampliando a escala da biodiversidade em um mundo em transformação› Quem é Rafa Câmara, brasileiro confirmado na Fórmula 1 em 2027› Stock Car: De olho na tabela, Arthur Leist volta a Cascavel confiante em manter ritmo competitivo› Flamengo encara o Estudiantes com Bruno Henrique e Saúl entre os titulares› Lucas Andrade vence a sétima seguida em Quito, Kohlmann cai nas oitavas› Transmissão ao vivo de Estudiantes x Flamengo pela Libertadores: veja onde assistir
Economia

Alcolumbre adia PEC da Segurança após disputa sobre maioridade penal dividir o PT

InfoMoney ·
Alcolumbre adia PEC da Segurança após disputa sobre maioridade penal dividir o PT

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), retirou da pauta desta quinta-feira (15) a votação da PEC da Segurança Pública, em meio a um impasse entre governo e oposição sobre a redução da maioridade penal.

A proposta, considerada prioritária pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estava prevista para ser analisada em dois turnos.

O adiamento ocorre após o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), apresentar uma emenda que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, com possibilidade de responsabilização criminal a partir dos 14 anos em casos de crimes graves.

Leia também Escala 6×1: mais de 80% das mensagens nas redes apoiam mudança, aponta estudo Levantamento da Bites mostra que mais de 80% das publicações analisadas apoiam a medida; Lula, Erika Hilton e Marcelo Freixo lideram engajamento favorável A iniciativa levou integrantes da campanha petista a discutir uma alternativa.

O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da reeleição de Lula, apresentou uma proposta mais restrita, que estabelece a maioridade penal aos 16 anos apenas para crimes hediondos.

A movimentação, porém, provocou divergências dentro do próprio PT.

Parte da bancada rejeita a mudança por contrariar uma posição histórica do partido e por abrir espaço para alterações em uma PEC que o governo tenta aprovar antes do segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro.

Segundo a Folha de S.Paulo , Lula orientou seus aliados a preservar o texto aprovado pela Câmara, interrompendo a articulação de Camilo para incluir a redução da maioridade penal na proposta.

Disputa eleitoral trava negociação A emenda de Rogério Marinho faz parte de uma estratégia da oposição para levar ao plenário uma pauta defendida por Flávio Bolsonaro e que conta com apoio majoritário da população.

A avaliação de aliados de Flávio é que a votação obrigaria o governo a enfrentar uma discussão politicamente sensível às vésperas da eleição presidencial.

A reação de Camilo buscava oferecer uma alternativa à proposta da oposição, mas encontrou resistência entre parlamentares petistas, preocupados com o impacto da mudança e com o atraso na tramitação.

Governo tenta preservar texto da PEC A principal preocupação da base governista é evitar que a proposta volte à Câmara dos Deputados.

Como a PEC já foi aprovada pelos deputados, alterações de mérito feitas pelo Senado exigiriam uma nova análise.

O texto teve sua votação concluída na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na quarta-feira (14), após o colegiado rejeitar as mudanças pendentes.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Este assunto em outros veículos

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›