UE: data centers de IA terão que ser sustentáveis
A corrida pela dominância no mercado de Inteligência Artificial ( IA ) continua, e enquanto Estados Unidos e China batem cabeça, o Reino Unido e a União Europeia ( UE ) se movem para depender menos de outras nações e alcançar autossuficiência e, lá na frente, concorrerem em termos iguais.
Elon Musk quer data centers no espaço – Faz sentido isso? IA: sua conta de luz vai aumentar, você usando ou não O recém-divulgado Pacote de Soberania Tecnológica do bloco europeu, por exemplo, é uma atualização de planos recentes como o de autossuficiência em semicondutores, mas abarcando também IA e data centers, visando triplicar a capacidade deste último até 2033, mas como não podia deixar de ser, empresas de tecnologia terão que ser sustentáveis e transparentes sobre seu consumo de água e energia, para não impactar a população e nem o Meio Ambiente.
UE quer independência de data centers dos EUA, mas empresas locais não serão permitidas consumir água e energia de qualquer jeito (Crédito: Tom Tingle/The Republic) UE: mais data centers, mas com regras Vamos ser francos aqui: há uma onda de histeria ao redor da IA generativa de ambos os lados, pró e contra.
Os cavaleiros aliados da tecnologia a ilustram como a segunda vinda do Messias, como ela vai tornar a vida de todo mundo melhor, nos levar a uma sociedade pós-escassez e livre de dinheiro, e coisas assim.
Elon Musk é um dos principais advogados dessa linha de pensamento, mas como dito antes, só quem nunca teve que pegar um ônibus cheio às 5 da manhã para ir ao trabalho na vida diria que "dinheiro não é problema", e fica ainda mais hilário quando tal afirmação vem do homem mais rico do mundo, cujo patrimônio chegou a ultrapassar US$ 1 trilhão, após um intenso lobby do próprio.
Mas "dinheiro não é importante".
O outro lado é tão diametralmente oposto que seja a ser engraçado: para os anti-algoritmos eles são o Anticristo em pessoa, que vai acabar com todos os empregos, queimar as florestas, drenar toda a água, encarecer todos os produtos e serviços para todos, que serão forçados aos piores empregos possível (todo o resto a IA fará) enquanto enriquecem aqueles no topo de pirâmide, em um cenário extremo de capitalismo tardio que culminará com o Apocalipse e o fim da vida na Terra, por uma revolta das máquinas ou algo similar.
Agora vamos à Realidade: a IA é uma ferramenta como qualquer outra, e tão boa ou má quanto quem a programar .
É fato que o frisson em busca do dinheiro rápido e fácil deslumbrou muita gente e há uma precarização geral de empregos, mas companhias que acreditaram cegamente que soluções generativas substituiriam humanos em todas as situações tiveram muitas dores de cabeça, e foram obrigadas a recontratar pessoal.
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