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Série ‘Fúria’, do Disney+, ecoa caso Epstein em um thriller hipnotizante

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Série ‘Fúria’, do Disney+, ecoa caso Epstein em um thriller hipnotizante

Com uma máscara de onça um tanto sinistra, uma jovem franzina observa, da porta de uma casa em Nova York, a rua movimentada na noite de Halloween.

Quando uma mãe e o filho pedem por “gostosuras”, ela entra na residência para procurar doces, mas só encontra quitutes espalhados pelo chão.

Enquanto os recolhe, observa, impassível, um homem sujo rastejando.

A garota avisa: “Eu volto em um minuto”.

Após dispensar mãe e criança, ela retorna e se deita ao lado do sujeito: assassina em série, a moça aparentemente inofensiva injeta uma droga letal em sua nova vítima.

VINGANÇA - Catherine (Lola, à dir.) com uma vítima em <em>Fúria</em>: troca de papéis ./Disney A sequência abre a minissérie Fúria , novidade do Disney+, com oito episódios lançados semanalmente às segundas-feiras.

Criada pela americana Elizabeth Meriwether — a mesma das elogiadas Morrendo por Sexo e The Dropout —, Fúria não faz mistério sobre quem é a assassina que será perseguida pelo FBI, em investigação encabeçada pela agente Alice, papel de Emmy Rossum.

O eixo central do thriller está em entender suas motivações.

“Mulheres assassinas geralmente foram vítimas de algum crime”, diz Nora, uma chefona do FBI, papel da ótima Quincy Tyler Bernstine.

“A trama questiona o que leva uma mulher a se tornar uma assassina — e até que ponto justiça e vingança se relacionam”, afirmou Emmy no lançamento da produção.

Ao investigar o passado do homem assassinado, um bilionário de família tradicionalíssima, a polícia encontra conexões dele com o tenebroso submundo do tráfico sexual de menores.

Ao que tudo indica, a assassina foi uma das adolescentes abusadas nesse esquema — e está em uma trajetória brutal de vingança.

ARMADILHA - <em>Pisque Duas Vezes</em>: bilionário atrai mulheres a sua ilha Carlos Somonte/Amazon MGM Studios/.

Continua após a publicidade A produção primorosa e inquietante remete, de forma inequívoca, ao caso de Jeffrey Epstein, predador sexual que, ao longo de décadas, criou uma rede de prostituição de menores entre a elite americana.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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