SP lidera mapa nacional de roubos de celular com 3 em cada 10 registros
São Paulo concentra sozinho 29% dos celulares roubados ou furtados incluídos no banco nacional de aparelhos com restrição .
São cerca de 870 mil telefones paulistas em um universo próximo de 3 milhões, segundo apurou a coluna.
A base está no coração de uma nova estratégia do governo federal para perseguir não apenas quem rouba celulares, mas também a cadeia que recebe e revende os aparelhos.
O Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR) é administrado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e reúne informações provenientes das polícias, de registros de ocorrência e do programa Celular Seguro.
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1 de 17 Tela do aplicativo Celular Seguro Pedro Iff/Metrópoles 2 de 17 Lula em lançamento do Programa Celular Seguro Ricardo Stuckert/PR 3 de 17 Pedro Iff/Metrópoles 4 de 17 Aplicativo Celular Seguro tenta combater furto e roubo de aparelhos Pedro Iff/Metrópoles 5 de 17 Pedro Iff/Metrópoles 6 de 17 Divulgação / MJSP 7 de 17 Divulgação / MJSP 8 de 17 Divulgação / MJSP 9 de 17 Divulgação / MJSP 10 de 17 Divulgação / MJSP 11 de 17 Divulgação / MJSP 12 de 17 Divulgação / MJSP 13 de 17 Divulgação / MJSP 14 de 17 Divulgação / MJSP 15 de 17 Divulgação / MJSP 16 de 17 Divulgação / MJSP 17 de 17 Seguro para celular já atinge 10 milhões de aparelhos no Brasil Getty Images Foi esse cruzamento de informações que abasteceu a Operação Última Chamada, deflagrada nacionalmente e que teve nesta quarta-feira (19/8) seu “Dia D”.
Dados atualizados no fim da tarde, ainda da quarta, mostram 6.801 celulares recuperados, além de 36.483 notificações enviadas a pessoas localizadas com aparelhos sob suspeita.
Outros 1.260 telefones já haviam sido entregues às vítimas.
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Uma vez registrado o roubo ou furto, o aparelho passa a integrar a base consultada pelas forças de segurança de diferentes estados.
Diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, Anchieta Nery explicou em coletiva de imprensa, realizada em Brasília (DF), que a mudança permite acompanhar nacionalmente a trajetória do aparelho.
“Quando um celular é objeto de crime, ele entra nesse banco e passa a ser monitorado”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre as forças policiais foi determinante para chegar às milhares de recuperações registradas na operação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.