Brincar na vida adulta: por que lazer sem meta também importa
Quando crianças brincam, ninguém costuma perguntar qual habilidade profissional estão desenvolvendo ou quantas calorias gastaram durante a atividade.
Na vida adulta, porém, até o tempo livre pode acabar acompanhado por metas: correr mais rápido, ler determinado número de livros, aprender um idioma, melhorar uma habilidade ou transformar um hobby em fonte de renda.
SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK Nesse contexto, brincar na vida adulta pode significar justamente fazer algo sem precisar apresentar resultado.
O assunto ganhou destaque recentemente após a psicoterapeuta Esther Perel participar do festival SP2B, em São Paulo.
Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo em 16 de agosto, ela criticou uma rotina cada vez mais marcada por produtividade, controle e telas e defendeu a retomada de experiências compartilhadas e do caráter lúdico nas relações.
Mas brincar depois de adulto não significa necessariamente voltar aos brinquedos da infância.
O conceito pode ser bem mais amplo.
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O estudo também identificou trabalho, estudo e cansaço entre os principais fatores que dificultavam reservar tempo para essas atividades.
A pesquisa é antiga, publicada em 2005, e não deve ser utilizada para retratar os hábitos atuais dos brasileiros.
Ainda assim, ajuda a mostrar que a ludicidade não desaparece necessariamente quando termina a infância.
O que muda são as formas de brincar.
Jogos de tabuleiro, videogame, dança, karaokê, esportes recreativos, desenho, improvisação, brincadeiras com amigos ou até atividades criativas sem qualquer objetivo de aperfeiçoamento podem ocupar esse espaço.
Nem todo hobby precisa virar projeto Uma diferença importante está na intenção.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.olimpiadatododia.com.br — o conteúdo pertence a Olimpíada Todo Dia.