Presidenciáveis já gastaram R$ 151 milhões na corrida pelo 1º turno
Lula, Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema Globo A 17 dias do primeiro turno, os principais candidatos à Presidência já gastaram R$ 151 milhões na campanha eleitoral, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizados até esta quinta-feira (17).
A votação será em 4 de outubro.
Lula (PT) concentra a maior fatia das despesas declaradas até agora: R$ 65 milhões.
Flávio Bolsonaro (PL) vem logo atrás, com R$ 55 milhões.
Depois aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com R$ 24 milhões, e Romeu Zema (Novo), com R$ 4 milhões.
Renan Santos (Missão) declarou R$ 1,2 milhão, enquanto Augusto Cury (Avante) informou gastos de R$ 265 mil. 🔎 Os dados são do DivulgaCand, plataforma do TSE, e fazem parte da prestação parcial de contas, que reúne as movimentações financeiras das campanhas entre 16 de agosto e 8 de setembro.
O prazo para o envio dessas informações terminou em 13 de setembro.
A prestação final deve ser apresentada até 30 dias após a eleição — ou após o segundo turno, para quem seguir na disputa.
Candidatos eleitos que não prestarem contas não podem ser diplomados enquanto estiverem omissos. 📝 A cada eleição, o TSE estabelece um teto de gastos para cada cargo em disputa.
Em 2026, os candidatos à Presidência podem gastar até R$ 88,9 milhões no primeiro turno e mais R$ 44,5 milhões no segundo.
Quem chegar à etapa final da disputa poderá, portanto, desembolsar até R$ 133,4 milhões ao longo da campanha.
A disputa por atenção dos eleitores consome boa parte desses milhões.
Entre as principais despesas dos candidatos estão publicidade, estratégia digital, impulsionamento de conteúdo nas redes sociais, viagens e serviços jurídicos.
Apesar da diferença de orçamento entre as campanhas, os gastos revelam estratégias parecidas.
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